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Posts Tagged ‘contos de um pega-todas’

Contos de um Pega-Todas – Quinta-feira premiada

O climax
O dia quente e a noite chegando mais quente ainda. Nada melhor que uma cerveja. Mas eu já sabia que uma cerveja não iria bastar. Eu teria que tomar algumas, pois eu estava inspirado pra levemente chutar o balde.
Eu e mais um camarada fomos pro buteco umas 21h, bebemos até umas 23h e acabamos entrando numa baladinha perto de casa. Essa baladinha é bem conhecida. A gente vai pra lá pelo menos uma vez por semana. Fica na região metropolitana de São Paulo (se alguém se interessar posso mandar mais detalhes por email).
O cenário
Entrando na balada, de cara encontrei uma conhecida. Eu já tinha saido com elas algumas vezes, mas ficaria com ela denovo. Simplesmente porque ela nunca me cobrou de ligar pra ela e nunca ficou sentida de eu não ligar. Bom, ficamos juntos denovo. Tentei convence-la de irmos pra algum cantinho mais tranquilo, mais seguro, entre quatro paredes (aquele papinho pra não falar a palavra Motel). Lógico que ela percebeu o que eu queria antes mesmo de eu começar a falar. Mas ela falou que naquele dia não seria possível. Ela teria que acordar muito cedo no dia seguinte e ela já sabia que, se estivéssemos juntos, a gente não iria dormir nem um minuto. Ou seja, ela foi embora e eu fiquei.
O camarada já tinha pego duas e estava de namorinho com uma ficante mais gatinha. Ou seja, eu estava perdendo feio na contagem dos pontos.
De repente avisto no meio da pista uma moça, ou melhor, uma mulher (ela pouco mais de trinta) dançando bem avulsa. Sozinha, semi-bêbada, alegre, ou seja, prato cheio.
A aproximação
Foi a mais óbvia que poderia ser naquele instante: dançar junto com ela. Chegada que foi muito bem descrita por O Pegador em Como chegar em uma mulher na balada.
Eu não acho que essa chegada seja muito honrosa, mas funciona e pronto! E quem aplica e faz funcionar, merece algum mérito.
Tá certo que a mulher, nesse caso, merecia muito mais méritos do que eu. Eu fui muito mais pego do que peguei. A cada segundo ela ficava mais a vontade e dançava que nem doida. Se esfregava, rebolava, provocava até eu reagir. Quando eu reagia, aí ela se esquivava. Nessa hora eu percebi que a coisa era séria. A mina sabia muito mais coisas que eu. Ela era muito mais esperta. Perva. E, pra minha sorte, ela ficou ainda mais inspirada depois do beijo.

O convite
Chamei ela pra irmos embora juntos. Mas ela estava com uma amiga. Que estava com outro cara. Foi quando eu falei que estava com um amigo que estava com outra menina. Não sei como, ela tratou de juntar os dois e fomos embora os quatro. O camarada no banco de trás já se atracava com a amiga. E eu dirigindo no banco da frente com a moça me fazendo carinho.
Os finalmentes (+18)
A amiga conseguiu convencer que não queria nada mais que uns beijinhos naquele dia. Então deixei o camarada na casa dele. Larguei a amiga dela na casa dela. E fui com a moça para um motelzinho perto dali. Limpinho, barato, cheiroso. Tava ótimo pra um fim de noite.

Bom, a partir daqui não vou contar muito detalhes. Mas tiveram alguns que precisam ser mencionados. A princípio percebi que a mina era obcecada pelo meu membro. E sabia muito bem o modo de usar. Depois achei que era rebolar em cima dele. Mas eu tinha errado tudo até então. Na verdade o que ela gostava mesmo era que eu pegasse ela por trás. Sim, anal. E ela me contou depois que gozou duas vezes só durante a pegada por trás. Eu confesso que gosto mais do jeito tradicional. Mas, nem me importei de atender o ansioso pedido dela.
O reencontro
Putz, eu anotei o telefone dela num guardanapo que eu nem sei onde tá. Mas quem sabe nas próximas quinta…
Abraços a todos!
El Guerrero

A mãe dos outros…

Fala, pessoal!

Já faz um tempo que quero postar sobre isso, mas não sabia bem o que escrever. Agora, posso escrever com maiores fundamentos, se é que me entendem.

Bom, tudo começou quando resolvi ir até a casa de um amigo do trabalho, o Yuri.

Cheguei lá com meu pack de cerveja debaixo do braço, eram 2 horas da tarde, mais ou menos e estava rolando um churrasco.

Como bom pegador, dei uma olhada em volta e vi mais ou menos 5 cuecas sozinhos e mais dois cuecas acompanhados, logo pensei “que bosta!!!!!!!!!”. Foi quando fui procurar o Yuri, dono da casa, e subi até a cozinha, lá, encontrei uma maravilhosa morena, de olhos azuis e preparando algum drink. Meio sem jeito, perguntei pelo Yuri, e a morena, muito receptiva, disse: “Oii, sou a mãe do Yuri, ele deve tá por aí e jaja aparece, tome alguma coisa enquanto isso…”

Fui lá pra baixo, na churrasqueira, e fiquei conversando com os cuecas de plantão, meio encabulado por ter achado a mãe do cara gostosa. Algum tempo depois, a Mariana, mãe do Yuri, desceu com uma bandeija cheia de drinks e nos serviu… Ficamos lá, o Yuri apareceu com uma garota lá e o dia passou.

Algum tempo depois, a Mari, mãe do Yuri, me ligou e disse que ia ter outra festa na casa deles e que o Yuri tinha pedido pra ela me convidar, além de muitos outros amigos dele… Até aí, tudo bem… Chegando na festa, me deparei com 2 garotas que eram amigas em comum entre eu e o Yuri e mais uma cambada de machos, além da Mari. Passado algum tempo, eu já tava de graça com a Renata, que era uma das duas garotas ali presentes, não demorou muito e peguei, passei a festa toda com ela e pronto.

Até aí, tudo bem, até o dia que tive de passar na casa do cara pra buscar um objeto que havia esquecido em uma das festas (carteira), foi quando interfonei e adivinhem só, o Yuri não tava e fui recepcionado por aquela maravilhosa morena, gostosa e madura, de camisola, que fez questão que eu subisse e começou a jogar charme pra cima de mim. Pensei: bom, é mãe de um amigo meu e salvo se ele me sacanear muito, jamais pegarei ela, ledo engano.

Dei um jeito de me livar da Mari e fui embora. Acontece que, ontem, um dia depois do Natal, teve uma nova festa na casa deles, quando cheguei lá, tava todo mundo se divertindo e bebendo, dei oi pra todos e subi na cozinha, pra pegar um copo, pois queria tomar vodka, quando entro na cozinha, sinto que alguem havia me acompanhado e antes que eu virasse, senti uma mão em volta da minha cintura, indo direto no meu pau. Adivinhem só quem era, a Mari! Puta merda, foi uma sensação do inferno, dei um jeito de dar uma de maluco, peguei meu copo com gelo e vazei lá pra churrasqueira.

Umas 3 horas depois, quando eu já estava pra lá de bêbado, fui ao banheiro, quando fui entrar, a Mari estava atrás de mim e me jogou pra dentro, trancando a porta em seguida. A desgraçada me tascou um beijo e como todo bêbado, sem entender muito, acabei retribuindo. Ela sentou no balcão da pia (não tenho ideia se essa merda tem nome) e me puxou entre suas pernas, a essa altura, meu pau já tava latejando, foi quando ela sacou o bixo pra fora e enfiou tudo na boca.

PUTA QUE O PARIU, comecei a me imaginar na situação do cara, com um cidadão, amigo meu, com o pau socado na boca da minha mãe… Não deu outra, fui contra todos os meus princípios de pegador e enfiei meu bilau dentro do shorts, falei pra ela que aquilo ia dar merda e sai do banheiro. Voltei direto pra casa, bati uma bronha e escrevi esse post. :D

Bom, to totalmente bêbado e digo uma coisa: nunca faça pra outra pessoa o que vc não quer que façam pra ti, resista, mesmo que vá contra seus princípios.

Tô indo dormir.

Falooo, aperta aí nos banners, nos patrocinadores e sigam no twitter etc e tal. falo.

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Contos de um pega-todas 6

Fala galera da pegação. A contribuição de hoje é do The Wolf, que também está em treinamento para virar o próximo membro da equipe Quero Pegar Todas. Fiquem com a história:

“Era um sabadão como outro qualquer. Dia de ir pra night e pegar todas. Mas antes teria que fazer algo inédito: pegar 3 mulheres e traçar as 3.

De ressaca de sexta…levantei umas 2 horas da tarde, fui pra academia, depois pra casa e almocei. Umas 18h liguei pra uma gata que era modelo e gostosa. Essa já tava tudo certo, mas era carne nova e ja tava pronta pro abate:  já tinha pegado ela outro dia e não deu pra finalizar..
Mas beleza, peguei ela, levei-a pra uma praça afastada em minha cidade, um dos lugares que levo mulheres pra comer. Já coloquei meu cd de sexo (1) e ela já gostou da música e tals.
Peguei ela e como tenho uma caminhonete (tinha, no caso, quando morava na outra cidade), ela vira um motel ambulante..era só deitar os bancos.

Como sempre tirei meu kit: 2 taças de vinho e mais um vinho de garrafa cara (que na verdade está cheia com 2 vinhos vagabundos. Economizar sempre é bom.. haha..e as mulheres nunca percebem) (2).
Depois de 2 horas já estava finalizada. Tinha que ser só uma rapidinha bem dada..alias 3 numa noite é foda haha

Fui pra casa, tomei um banhao e já fui encontrar a galera pra beber. Beleza, bebemos e peguei uma outra que tava junto com a gente..mas foi muito fácil, não deu vontade de finalizá-la (3)..não nesse dia. Mas peguei o tel..sempre é bom.  Aí fui pra frente da balada e comecei a trocar ideia com uma outra gata. A xavecar na fila. Peguei ela e já levei para o carro. Depois de um tempo de conversa e tals, finalizei tambem, mas não usei o kit. Estava muuito bebado pra isso haha.
Comi-a no estacionamento da balada.

Então entrei na night, peguei mais uma e aí peguei a ultima, pra finalizar. Saí com ela da balada umas 3h, porque depois só sobram bebadas e baba de outros caras, fora os pega ninguem ne….blza…já dei uns pegas bem massa nela na própria balada e antes de entrar no carro.

Ela já conhecia minha fama e tal. Isso que é foda de cidade pequena. Mas ao mesmo tempo é muito bom. Agora estou em outra cidade, pra conhcer mulheres novas. Na minha já rodei..haha
Ela me seguiu até o motel e transamos. Mas 2 vezes só…e o meu pau latejando…. Então fui pra casa dormir..tranquilo….com mais um dia…de pegador concluido.”

Como vocês podem ver, ele sabe das coisas, e utiliza diversas técnicas ensinadas aqui no blog. Em todos os contos de um pega-todas até agora, os leitores tiveram a oportunidade de ver na prática, que as técnicas funcionam.

Tenho alguns comentários sobre essa história:

1-    Ele já tem um CD de sexo. Isso todos deveriam ter. Escolher umas músicas mais calmas e românticas para usar no período pré-sexo. Vou fazer post sobre isso.

2-    Ter uma garrafa de bebida cara e encher com bebida vagabunda. Já falei isso em post passado, e isso é técnica de mestre. As mulheres nunca percebem, só olham a marca, sempre. Uma vez comprei uma vodka importada e quando acabou, enchi com a mais vagabunda possível. Quando colocava pras mulheres beberem, recebi comentários do tipo “nossa, mas dá pra ver que é mais suave” e “caramba, essa é boa mesmo”.  Hahaha

3-    Não entendi. Pra mim quanto mais fácil, melhor. Haueuhe

Boa pegação.

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Salvando o amigo pega-todas

Eaew galera da pegação, espero que tenham tido um fim de semana proveitoso praticando as técnicas aqui ensinadas. Porque, não adianta apenas acessar ao blog. É necessário praticar, constantemente, a fim de alcançar a perfeição. E, é uma dessas práticas que vou relatar no post de hoje.

Estava eu, no sábado, em casa, por volta das 19:00horas, curtindo minha ressaca, “fuderosíssima”, do dia anterior, onde tomei todas e mais algumas, quando meu celular toca. Era uma “doida”, que eu tinha conhecido, sabia em qual bairro eu morava e, segundo ela, estava nele, querendo me ver (Para não dizer: “ querendo dar”).

De pronto, perguntei em qual mediação ela estava. E para minha surpresa ela estava, praticamente, na esquina da minha casa. Mesmo assim, pedi para que ela estacionasse o carro que eu iria buscá-la  no local. A fim de que entrasse na minha residência mais discretamente, dentro do meu carro.

Ao entrar na minha casa, já a levei para o quarto e sem nem conversar, já fui logo “traçando”. Depois de terminado o serviço, deixei-a de volta, sã e salva, no seu carro. E, como estava faminto, parei num restaurante para pedir uma pizza. Enquanto espero a pizza ficar pronta, vou verificar as chamadas não atendidas no celular, no tempo que estava traçando a “ doida”. Dentre alguns, vi um número o qual não conhecia e me despertou curiosidade de ligar para saber quem era. Ao ligar, a garota do outro lado da linha já se identifica como se fosse, bastante, conhecida e vai logo dizendo que estavam ela e mais duas amigas sem rumo.

Mesmo sem saber de quem se tratava, como ela tinha meu telefone, que não saio dando pra qualquer uma por ai, e estava acompanhada de duas amigas, resolvi pagar pra ver e chamei-as para “ tomar uma”, que, lógico, aceitaram na hora.

Ao desligar o telefone, liguei para “O Pegador” dizendo que ele se preparasse que estavam chegando três “ doidas” doidas para dar.

Porém o fato de não ter o número da dita cuja, me intrigou, e resolvi avaliar o material antes. Para isso, disse que me encontraria com elas num posto de gasolina próximo a minha casa.

Ao chegar lá, vi que era uma das que tinha pego, certo dia, numa boate  algum tempo atrás. Mesmo sem lembrar de ter dado meu telefone pra ela, eu a “repegaria” sóbrio e a traçaria como ela estava querendo, mas as duas amigas dela, nem em último estágio de embriaguez.

Daí, fiquei, insistentemente, simulando ligações para “O Pegador”. E como ele não atendia (auhuaha), eu disse que poderia acompanhar elas ao bar mais próximo onde elas poderiam beber e  comer alguma coisa. Elas me seguiram, até lá e estacionei num local estratégico. Depois de ver, do local onde tinha estacionado, que elas já estavam acomodadas numa mesa, liguei para a que já tinha pego e disse: “ Vem aqui, que acabei de ver uma pessoa ai no bar, que sempre quer arrumar confusão quando me encontra”.

-Lembrei de um peganinguem que ficava querendo brigar quando me encontrava, só porque eu tinha traçado a irmã dele e duas ex namoradas. Está certo que uma foi quando eles ainda estavam namorando, mas pelo menos a figura dele me serve para dar esse tipo de desculpas.

Ela veio, na hora, fiz uma condução (ver o tópico) , após o serviço ter sido terminado, eu disse que teria que ir, ela desceu do carro alegre e sorridente ao encontro das amigas na mesa do bar e voltei para casa para dormir.

Em resumo, fiz minha boa ação do dia. Salvando “O Pegador” de encontrar duas barangas de alto nível.

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Contos de um pega-todas (1)

Hoje estreamos a sessão “Conto de um pega-todas”. Aqui ficarão as histórias enviadas por leitores ou as que nós, os autores, já passamos. A intenção é trocarmos experiências, adquirirmos conhecimentos, ver como a teoria foi implementada na prática e, é claro, dar umas boas risadas!

A primeira contribuição é do nosso leitor mais ativo no fórum: El Bravo. Segue sua história:

“Olá mestres pegadores, decidi compartilhar uma história pessoal que aconteceu há muito tempo, quando eu tinha 22 anos…

Eu moro em Curitiba, mas na época do relato, tinha me mudado pra São Paulo pra estudar… Lá, arrumei uma namorada, a Luciana, morena, cabelos lisos, olhos pretos e muito, mas muiiiito gostosa.

Namoramos por 3 anos e quando me formei, decidi voltar pra Curitiba, porém continuamos namorando… Eu, como bom pegador, nunca deixei de pegar todas, o que sempre deu certo, exceto nessa vez…

Durante o Natal fui visitar meu amorzinho e, como de costume, alguns amigos que lá residiam. Numa certa ocasião, resolvi arrumar uma confusão(1) com a Lú e fui pra casa do Fernando, um grande amigo. Falei pra ela que iria tomar umas biritas e que ela não enchesse meu saco… Chegando lá, chamamos umas garotas e compramos bastante goró (vulgo cachaça, birita, etc)…

As garotas chegaram e começamos a conversar e beber. Passado algum tempo (cerca de 2minutos e meio), todos já estávamos cada um com sua respectiva vítima, prontos pra mandar ver, eu como sempre fui “ligeiro”, sentei no sofá, numa sala afastada e botei a Duda (vítima da noite) no colo, pra bater um papo bacana… E pra vocês que pensaram que eu me dei bem, enganaram-se, aí começou o pesadelo!!!

Estou lá com a adorável Duda no meu colinho, conversando lindamente, depois de uns amassos gostosíssimos, quando eu escuto aquela voz, a cerca de uns 15 centímetros do meu ouvido: – MAS O QUE É ISSO, PAULO???
Virei pro lado e tive a visão do inferno: A LU, me olhando enquanto eu conversava com a dudinha, sentada no meu colo!

PUTA QUE O PARIU, naquele momento eu pensei em correr e pular da janela, fingir que desmaiei (2), perguntar “quem é você” pra ela (3) , qualquer coisa! Mas não, botei o cérebro de pegador pra pensar, virei pra ela e disse: Oi, o que você tá fazendo aqui? Eu não quero mais papo com você, já sei de tudo, pode ir embora (4).
A Lú, sem entender PORRA NENHUMA, começou a chorar e eu falei, MAIS BRAVO AINDA: – Ah, pode parar de chorar, isso não vai me deixar com pena e me impedir de me vingar… E levantei e saí dali, sumi por 24 horas, quando resolvi atender o telefone…
A Lú, desesperada, me perguntava o que aconteceu e eu dizia que não queria papo, até que aceitei conversar com ela… Cheguei na casa dela, muito puto e falei: – Seja breve, não quero ficar na sua presença nem mais um minuto, todos esses anos, o que eu fiz pra merecer isso?
E ela chorava que nem doida, até que implorou pra eu me acalmar e explicar o porquê de eu estar fazendo aquilo, quando resolvi explicar (5) (claro, a história mirabolante que eu tinha inventado): – Bom, Lú, durante esses anos de namoro, sempre fui fiel a você, sempre te amei, nunca, nunca nem pensei em te trair, mas o que você fez comigo foi sacanagem, pura covardia. O Fernando já me contou que você tem outro aqui e, por isso, eu ia te trair ontem e pior, me arrependo profundamente de não ter conseguido, mas agora que estou solteiro, isso vai mudar, vou PEGAR TODAS!!!!! (6)
Ela começou a chorar e dizer que nunca me traiu e bla bla bla, mas eu, claro, falei que não acreditava e que o Fernando (7) não tinha pq inventar aquilo… Fui embora e depois de dois dias, decidi desculpar ela (8)… Namoramos por mais 2 meses e eu resolvi terminar, mas, até hoje, quando estou em Sampa, rola um remember…
Fica aí uma das minhas histórias, abraço.”

Como vocês podem ver, o El Bravo é um profissional na arte de pegar-todas e enrolar a namorada. Ele utilizou um conjunto de técnicas avançadas com perfeição. Comentarei os nomes delas:

1-    Briga premeditada : muito boa para ser usada quando você pretende sair para pegar-todas escondido e acabaram as desculpas

2-    Passando mal – Edição hardcore : Boa técnica para ganhar tempo quando é flagrado fazendo alguma coisa não muito boa. Ele pensou em utilizar a edição hardcore da técnica, fingindo que desmaiava.

3-    Bêbado inconsciente: também ganha tempo

4-    Inversão de culpa: melhor técnica existente para se safar quando você se ferra.

5-    Tempo para pensar: técnica utilizada quando você não sabe o que falar, e precisa de um tempo para pensar

6-    Me vingarei : Técnica utilizada para complementar a inversão de culpa

7-    Amigo cafajeste: a culpa é sempre do amigo cafajeste

8-    Enjoy the silence: técnica usada para provar que está realmente chateado com a namorada

Estas técnicas serão todas explicadas aqui no blog em breve. Continuem acessando diariamente a aprendendo cada vez mais como passar de um “peganinguem” a um “pega-todas”.

Lembrem-se: um iniciante utiliza uma técnica por vez, mas o verdadeiro mestre as utiliza simultaneamente, integrando-as para atingir seus fins. Por isso que conhecer todas as técnicas é fundamental. Quanto mais conhecimento, melhor você se sai sob pressão. Um dia você precisará de cada uma delas!

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