Archive for the ‘Embasamento teórico’ Category
Pegadores: mocinhos ou vilões?
Em muitas histórias de filmes e principalmente novelas, é comum os pegadores se darem mal. Muitas vezes, nas histórias, os mocinhos são os queridinhos pelas garotas e os pegadores são ditos como os vilões e acabam sozinhos. Ainda por cima ficam rotulados de babacas. Ainda bem que a vida real não é assim. Ou melhor, a vida não precisa ser assim.
Primeiramente as definições:
Os mocinhos: se preocupam em virar amigos antes de pegar, se declaram para as garotas, muitas vezes são românticos e gentis, estão buscando aprovação nas garotas e tentam isso por meio de gentilezas e submissão.
Os vilões: chegam pegando na mão ou direto no pescoço, lançam chavecos diretos do tipo: “Gata, meu apê ou o seu?”. Agarram de surpresa e se a mina não quer, xingam e vão embora. Usa o Elogio Inverso de forma agressiva e sai contando pra todo mundo o quanto humilhou a mina. Vilões adoram contar pra todo mundo as inúmeras garotas que pegou. Ou seja, estão buscando aprovações no amigos e por isso precisam ser ainda mais agressivos que todos.
Pois é, o verdadeiro Pega-todas, está bem acima dos vilões e dos mocinhos da história. O verdadeiro pega-todas tem consciência do próprio valor e isso é o conforto e a tranqüilidade necessária para não cair na armadilha dos dois extremos.
O verdadeiro pega-todas olha as garotas como a pessoa escolhida que poderá tornar o próximo momento mais gostoso que o atual. Ou seja, aquela com quem vai compartilhar momentos de prazer, seja nos próximos dias, ou próximas horas, ou próximos minutos.
A grande diferença entre o pega-todas e “vilões e mocinhos” está na segurança de ser ele mesmo. Essa segurança, aliada ao desejo de compartilhar esse prazer, é que deixa bem a mostra a sexualidade, que pode ser apimentada de uma safadeza moderada.
O pega-todas não se enquadra a nenhum desses dois famosos rótulos e assim se mostra imprevisível e interessante.
É isso aí, o pega-todas tá acima do bem e do mal. Acima do bem porque não está fazendo nenhuma caridade, sabe que é uma troca, ele sempre virar tirar proveito bem positivo da situação. Acima mal porque não está tirando vantagens, sabe fazer a garota também gostar. É por isso que em muitos casos no dia seguinte são elas que me ligam
Leia mais em PEGATODAS X CAFAJESTE e também em PEGA-TODAS X PEGANINGUEM.
Abraços
El Guerrero
A “Armadilha Pega-Todas” – Parte 1
Eaw galera da pegação, hoje, em pleno sabadão dia oficial da “night”, véspera do dia internacional da “madeirada” vamos nos aprofundar em algo, aqui já citado, mas que ganhará uma roupagem nova, uma repaginada do QPT.
Ao abordar mulheres gatas e muito gatas, ao fazer o primeiro contato para iniciar uma conversa. Mesmo que esse contato tenha sido feito de forma normal e aparentando despretensiosidade, estas mulheres, inconscientemente, por serem, a todo momento, abordadas por peganinguens chatos galantedores, já acham que você está interessado e atraído por ela.Indiretamente, isso não só quer dizer que ela tem um valor superior ao seu, como também, te coloca no mesmo patamar de todos os outros peganinguens.
Para desarmá-la você deve utilizar uma das ferramentas mais poderosas do jogo da sedução: A ARMADILHA PEGA-TODAS.
A armadilha pega-todas nada mais é do que uma afirmativa ambígua ou um insulto, aparentemente, acidental destinado a mulheres gatas e muito gatas, aquelas tipo nota 8, 9 e 10, que um pega-todas acabou de conhecer com a intenção de demonstrar, de forma ativa, a ela ou, muitas vezes, às amigas dela uma falta de interesse. Exemplo:
Ela: Eu sou modelo.
Pega-Todas: Modelo de mãos, você quis dizer?
Com armadilhas como essa, você desarma a mulher mostrando desinteresse e valor superior. Afinal, nenhuma mulher considerada top está acostumada a ser tratada desta forma. Muito pelo contrário, ela está acostumada a um bando de caras elogiando-a e clamando por sua aprovação.
A armadilha faz você ser diferente de todos aqueles que chegam nela. Por que ela vai ficar pensando: “Por que tantos caras chegam falando que eu sou linda, mas aquele cara chegou e falou aquilo? Por que ele não se sente atraído por mim? O que será que ele tem?” Essa é a vantagem que você vai ter no jogo da sedução ao desqualifica-la, mesmo que de maneira indireta e engraçada, como potencial pretendente.
Felizmente, a maioria dos homens não utiliza esta técnica e age de maneira inversa quando estão conversando com uma top de linha. Acham que vão atrair estas mulheres sendo um cara legal. Isso é, extremamente, bom para nós pega-todas, porque, aí sim, ela vai ter uma referência do que pode ser um cara diferente.
Continua no próximo post.
Aprendendo com os erros – Parte Final
Eaew galera da pegação, segue a continuação do meu último post:
Com o passar dos anos, o ser humano pode não perceber o quanto ele segue aprendendo com seus erros passados. Mas, sem parar para uma reflexão mais profunda, ele poderá não ter respostas para perguntas simples, tais como: “consigo aceitar meus erros passados?” ou “posso superar o remorso por ter errado?”. Dois pontos importantes para viver o presente de forma salutar.
O ideal é tirarmos lições quando cometemos erros e aprender com isto.
Devemos impor a nós mesmos o desafio de superar e eliminar de nossas vidas os erros velhos. Por outro lado, devemos saudar os erros novos porque serão fonte de um novo e constante aprendizado e aprimoramento.
O ideal é cometer tantos erros quanto você conseguir, o mais rápido que você puder. Por isso o indicado para um iniciante é sair pegando geral mesmo, sem medo, sem preocupação.
A “pedra de toque” é corrigir o que você estava fazendo baseado no retorno que você tiver de cada erro.
Corrigindo de forma constante, corriqueiramente, você vai conseguir os seus resultados. E quando você for obtendo êxitos, você poderá desenvolver caminhos ainda melhores para obter sucesso.
E mais ainda, quando você integrar com êxito o sucesso ao seu ser, será uma pessoa extremamente bem sucedida em tudo que você se propor a fazer, incluindo a arte da pegação.
Não tenha a falsa idéia de que seus erros são ruins e deveriam ser evitados. Enganos são só uma medida de seu comportamento e não avaliações pessoais de seu valor como um indivíduo. Evite tomar os erros como pessoais. Ao invés disso, aprenda com eles e siga em frente.
Após cada fracasso, pense sobre ele, pense bastante, veja aonde errou, identifique como pode melhorar. Porém, simplesmente, enxergue-o em função de seu comportamento, sem nenhum reflexo no que você é como ser humano.
Não quero com esse texto fazer uma apologia ao erro. Mas sim ensinar o melhor jeito de lidar, de orquestrar algo tão presente na vida de qualquer indivíduo. Por isso, vamos recapitular os paradigmas a serem seguidos ao cometer algum equívoco:
- Saiba que errou e procure suas causas;
- Reconheça sua responsabilidade e não fique procurando culpados ou outras causas;
- Entenda que é, exclusivamente, uma conseqüência do que você fez, e não parte de quem você é;
- Pergunte a si mesmo o que você aprendeu com o erro;
- Pergunte a si mesmo o que fazer de diferente na próxima vez;
- Ajuste o seu comportamento baseado no que você aprendeu;
-Aprenda a rir do seu próprio erro.
Ao seguir estas diretivas, um Pega-Todas não só se aprimorará na arte pegatória como em outros áreas, tendo sua capacidade de raciocínio extremamente estimulada que refletirá num melhoramento como ser humano.
Bom Início de semana
Siga-nos no twitter: @queropegartodas
Aprendendo com os erros- Parte 1
“Errar é humano”. Qual de vocês, não já ouviu, leu ou pronunciou esse ditado popular?
Atitudes equivocadas, erros, fracassos, seja lá como se queira chamar, fazem parte da vida de todos nós.
O que diferenciam as pessoas é o modo como elas encaram os erros, ou seja, o modo como elas lidam com os fracassos as fazem um Pega-Todas ou um peganinguem.
Portanto, neste post, irei ensinar como um Pega-Todas lida com seus erros e fracassos.
O erro nada mais é do que uma passagem do aprendizado ao saber. É uma parte natural do processo. A diferença que faz a diferença entre os Pega-Todas e os peganinguens é a forma como elas encaram os erros.
Se você quer fazer bem alguma coisa, é válido que a faça precariamente de início. Como um bebe que começa engatinhando, vai se levantando, de forma desajeitada, dá os primeiros passos e de repente está andando. Quantas vezes ele caiu até aprender a andar? Inúmeras.
Para um Pega-Todas, os erros são simplesmente o caminho do aprendizado. É por isso que tomar atitudes é virtualmente sempre melhor do que não tomar atitude alguma. Tomando atitudes você ou vai conseguir o seu resultado, ou no mínimo aprender alguma coisa de modo que possa fazer as coisas melhores da próxima vez.
Se alguém falha em tomar atitude, devido ao medo, ou dúvida, ou falta de confiança, não aprende nada e fica estático no mesmo lugar que estava.
Deixe-me contar-lhes uma pequena estória:
“Em plena selva africana, um feiticeiro conduz seu aprendiz por caminhos tortuosos com o intuito de ensinar-lhe sobre os erros da vida.
Embora mais velho, caminhava com agilidade, enquanto o aprendiz escorregava e caía a todo instante. A cada tombo, blasfemava, xingava, cuspia no chão, amaldiçoava o solo …
Depois de uma longa caminhada, e muitos tombos e xingamentos, chegam a seu destino onde, após um último tombo, o aprendiz reclama:
- Você não me ensinou nada.
- Ensinei, sim. Mas parece que você não aprendeu nada. Estou tentando lhe ensinar como lidar com os erros da vida.
- Da mesma forma que você deveria lidar com seus tombos. Em vez de ficar blasfemando, amaldiçoando e xingando o lugar onde caiu, deveria procurar a causa dos seus tombos.”
Ao nos fixarmos apenas no erro, perdemos uma oportunidade precisa de crescer e aprender, pois não paramos para avaliar os porquês, as causas, dos nossos erros. Infelizmente não temos o hábito de despender esforços para entendê-los e utilizá-los como uma ferramenta de aprendizado constante.
Por conseqüência atrasamos um pouco mais nosso conhecimento. O erro pode ser motivo de atraso de nossas vidas e fazer com que nossa “experiência de vida” fique estagnada e adormecida. É só olhar ao redor que verá inúmeras pessoas que se dizem “experientes”, porém, sempre fizeram as coisas de maneira errada pensando estarem agindo de forma correta. São doutores diplomados com mérito e louvor em fazer besteiras, que, muitas vezes, se gabam disso.
Continua no próximo post
Siga-nos no twitter: @queropegartodas
QPT Indica : Leitura complementar
Eeaw galera da pegação, em muitos posts, foram explicitados que nossa bagagem e conhecimento na arte pegatória decorria, até então, de experiências, exclusivamente, práticas de atuação em campo aglutinada com uma elevada sensibilidade em lidar com o sexo oposto, ou seja, até pouco tempo atrás, nunca lemos um livro, um artigo, post ou coisa do tipo relacionada à pegação em geral.
Contudo, de pouco tempo pra cá, em função do blog, resolvemos conhecer este tipo de literatura. Como para um bom crítico e conhecedor do assunto em todo nicho literário existe muita porcaria. Noventa por cento dos livros que abri, não passei da quinta página. Não por já ter um conhecimento vasto e sólido do assunto, mas pelos livros apresentarem um conteúdo medíocre, de aplicação, quase que exclusivamente, teórica e uma falta de apego a realidade.
Todavia, existe muita coisa boa. Um livro muito bom é o “Real World Seduction” do autor “Swinggcat”. Segue, abaixo, link para download:
http://www.4shared.com/account/document/pdMLZFj8/Real_World_Seduction__swinggca.html (O QUERO PEGAR TODAS é totalmente contra a pirataria e não a apóia de maneira alguma. Não disponibilizamos o arquivo para download, apenas ajudamos a encontrarem o que já está na internet).
É um livro curto, de, aproximadamente, 50 páginas. Suas dicas são preciosas tanto para um iniciante, quanto para um Pega-todas experiente. Veja, abaixo, uma atuação, no MSN, com uma gata que tinha acabado de contactar via Orkut(No mesmo dia) baseada nas táticas apregoadas no livro:
The Hunter diz:
*já q ta de relax, te pego amanha pra gente ver filme
Vítima……….. diz:
*kk
*nem te conheco
*e eu sei se tu e algum tarado loucoooooo
*kkkkkkkk
*to brincando …
The Hunter diz:
*é oq vamos fazer: nos conhecer, mesmo vc tendo esta cara de psicopata, eu estou disposto a correr o risco, afinal o que é a vida senão uma sequência de ocasiões arriscadas
*:)
Vítima……….. diz:
*e queeeeeeeeeeeeeeee
*PSICOPATAA
*kkkkkkkkkkkk
*eu
The Hunter diz:
*espero q só seja a cara…. n quero morrer e ainda ficar sem um rim para doar
*huahauhua
Vítima……….. diz:
*meu deus
*e moda e da p cachorros comer
The Hunter diz:
*vc n tem cara de quem gosta de cachorros]
*huahuahuahu
Vítima……….. diz:
*rapaxx tenho
*meu ai
*pai
The Hunter diz:
*é…. realmente, acho que não deviamos nos encontrar…. imagine dois psicopatas virando amigos…..ia ser muita maldade junta, ia dar trabalho a muita gente
*huahauhau
Vítima……….. diz:
*e mesmo
*hahaahhaah
*sim mas então desistimos
The Hunter diz:
*Bom… ja que vc faz tanta questao de unirmos nossa força do mal……. te pego amanha por volta das 20hrs
Vítima……….. diz:
*hum
*sim
Nem preciso dizer qual fim levou essa daí.
Boa leitura
Metrossexual – Conceito QPT
Salve, salve pegadores, nos posts recentes do QPT surgiu, em alguns textos, uma palavra até então oculta em nosso blog. Pois, da maneira que é apresentada pela mídia, sofre uma grande distorção do seu real significado e importância.
Ciente disso, este post é de extrema importância para entender melhor o real significado da palavra ” METROSSEXUAL”.
Antes de tecermos o texto, veja o significado vazio e equivocado que uma fonte respeitável da mídia, a enciclopédia virtual, o Wikipédia dá sobre a palavra:
“Metrossexual é um termo originado nos finais dos anos 90, pela junção das palavras metropolitano e heterossexual, sendo uma gíria para um homem heterossexual urbano excessivamente preocupado com a aparência, gastando grande parte do seu tempo e dinheiro em cosméticos, acessórios e roupas de marca.
Foi usado pela primeira vez em 1994 pelo jornalista britânico Mark Simpson, o termo foi re-introduzido em 2000 a par da diminuição dos tabus relativos à cultura gay (e com a qual este termo era frequentemente confundido). e foi aproveitado pelas revistas masculinas britânicas e norte-americanas para fazerem desta definição o seu público-alvo. Depois da sua utilização ter decrescido nos
Mas só em 2002 é que o termo se vulgarizou. Tudo começou com um novo artigo de Mark Simpson, onde afirma que um exemplo conhecido de alguém que se encaixa no perfil do metrossexual é David Beckham, atleta do Milan, que gosta de passar o dia nas compras, arranjar as unhas, ir ao cabeleireiro ou cuidar do corpo. Após a publicação de tal artigo, a firma Euro RCSG Worldwide adoptou-o numa pesquisa de mercado e o jornal New York Times deu uma grande destaque à metrossexualidade, difundindo amplamente o termo.
Os metrossexuais são conhecidos por não viverem sem a sua marca predilecta de hidratante para a pele, apreciarem um bom vinho, sonharem com o último modelo de carro desportivo e gostarem de comprar peças de design. São heterossexuais. Estes seres vaidosos estão geralmente bem colocados profissionalmente.
Mais do que uma moda passageira, a presença deste homem está bem viva nos EUA e Europa, tendo o mercado de acessórios masculinos crescido exponencialmente. Marcas famosas como Prada, Versace têm colocado cada vez mais artigos à disposição dos seus clientes. Por outro lado, a marca de sapatos de design italiano Tod’seuros tem-se dedicado a modelos feitos à mão para este nicho de mercado.
O aparecimento recente deste termo está ligado à alteração de comportamento do sexo masculino no final do século XX. Tal como as mulheres, os homens começaram a folhear as revistas masculinas para saberem o que está ou não na moda. Deixaram de cortar o cabelo no barbeiro e passaram a frequentar com mais assiduidade os institutos de beleza. Têm cuidados com a sua pele e sentem-se menos embaraçados para entrarem numa perfumaria e adquirirem cosméticos para si. Nos anos 70, apenas alguns homossexuais masculinos se preocupavam com tais questões.”
Com excessão da correta alusão histórica o conceito da palavra, na enciclópedia virtual, está eivado de clichês que demonstram, apenas, o aspecto que interessa para a mídia: O CONSUMO.
Ao se deparar com essa palavra nos textos do QPT você deve compartilhar do nosso entendimento que vai muito além ao apresentado pela mídia e popularmente divulgado e conhecido pela maioria das pessoas que, infelizmente, engolem sem mastigar e digerir tudo o que lê e ouve dos orgãos de imprensa.
Acreditamos que a integração entre masculino e feminino é uma evolução natural e almejada pela raça, conectada muito mais ao nosso bem-estar pessoal e social do que a uma postura diante do consumo.
Receio que, ao se relacionar integração do feminino com esse narciso consumista, se perca a dimensão libertadora que essa evolução pode significar para nós homens e para a sociedade em geral.
Alguns novos atributos desse novo homem: sedução, aparência e performance teriam tomado a dianteira sobre outros tradicionais, como poder de comando, autoridade, chefia e competição viril. Estas qualidades caíram em desuso e já teriam ido tarde, pois em boa parte geraram o mundo tal como ele é hoje, conseqüência sobre a qual é inútil comentar. O novo homem é doce, sensível e encantador, quando convém, como um gay, mas perfeitamente heterossexual.
Na verdade, não é importante se o novo homem vai se preocupar com o corpo, com os cabelos ou andar bem vestido. Isso pode ser conseqüência, mas não é causa definidora do novo comportamento. Nem se ele é heterossexual ou gay. Aliás, não importa nem se ele é homem, porque integrar masculino e feminino é tarefa para homens e mulheres de nossa época.
Não tenho dúvida de que os líderes, os executivos, os empresários e os artistas mais bem-sucedidos deste século serão as pessoas que buscam a síntese integradora de amor e ambição, de indivíduo e sociedade, de cultura e natureza, de trabalho e prazer, de dinheiro e mérito, enfim, de masculino e feminino. Rotular esse comportamento de “metrossexual” empobrece o processo histórico de nossa evolução.
A idéia é desmistificar o rótulo e liberar o povo para ser sensível, esteta e encantador sem ter de carregar bandeira alguma.
Bom sábado.
Siga nosso twitter: @queropegartodas
Psicologia barata – Usufruindo da auto-estima elevada
Aqui vai o último post da série que fala sobre auto-estima. Último dessa série. Claro que temos muita lenha pra queimar sobre o assunto. No primeiro post tentei falar como se desenvolve a auto-estima e quais os caminhos para construir uma auto-estima elevada. No segundo falei que a auto-estima elevada é a consideração positiva que a pessoa tem por si própria e que essa consideração deveria ser suficiente para a pessoa sentir-se bem consigo mesma independente de influências externas. E mostrei um pouco como evitar essas influencias externas. Agora, farei um breve texto de como usufruir de uma auto-estima elevada.
Ao iniciar um contato, seja visual ou verbal com qualquer ser humano, um dispositivo é automaticamente acionado: a empatia. Isso é que explica nossa vontade de bocejar quando alguém boceja. Ou então nossa vontade de rir quando alguém ri e assim vai. A empatia pode ser boa ou ruim. Se tem alguém bravo por perto, dá a impressão de aquela pessoa está transmitindo uma freqüência estranha e sem querer e sem perceber acaba influenciando a todos que estão em volta. Quando a empatia é recíproca, ou seja, as duas pessoas parecem estar transmitindo na mesma freqüência, falamos que elas se simpatizaram uma com a outra. Ou seja, quando as pessoas se entendem, ocorre a simpatia. A simpatia pode ser positiva ou negativa. Se a pessoa estiver chorando, ela vai se entender melhor com alguém que chore junto com ela do que com alguém que esteja feliz e sorridente. 
Um exemplo prático: a maioria das meninas saem de casa afim de se divertir. Então a freqüência que vai atingir o maior número de garotas é a da diversão! Mas cada garota tem seu jeito. Umas são quietas, outras são risonhas, outras estão lá só pra tirar onda e esnobam mesmo, etc. Entrar em sintonia com o alvo é usar os conceitos da simpatia. Se ela está lá para esnobar, provavelmente se interessará por alguém que esnobe ela. Se ela está lá pra dançar, vai se sentir bem com alguém que dance com ela. O mais importante: independente do estado de espírito da garota, o Pegatodas, sem perder o próprio centro, sabe como chegar usando conceito da simpatia. Depois um tempo de conversa, com um sorriso aqui e outro ali, uma conversa mais ao pé do ouvido, é a empatia que estará entrando em ação. É atraves de empatia que a garota vai se sentir bem e confortável. Porque esse é o estado natural do Pegatodas que está com auto-estima positiva. A empatia só se carrega de propagar isso automaticamente.
Já vi em vários lugares chamarem de “técnica de espelho”. Se a moça cruza o braço, então cruze o braço. Se ela sorri então sorria. Eu particularmente acho patético ficar imitando a moça. Simpatia é muito mais que isso. É algo bem mais sútil e eficiente.
Abraços e boa pegação!
El Guerrero
Siga nosso twitter: @queropegartodas
Linguagem corporal – Como agir – Parte Final
Salve, salve pegadores segue a continuação final dos meus últimos posts:
-Olhar nos olhos:
Óbvio, poderoso e excitante, o contato visual é uma das armas mais potentes no seu arsenal. Contato visual direto mostra confiança.
Note como aqueles com baixa auto-estima, usualmente evitam contato visual direto.
Ele mostra que você está bastante interessado nela e no que ela tem a dizer.
Mas não exagere. Muito contato visual direto pode deixar ela desconfortável e ela pode acabar achando que você é um psicopata.
Balançar a cabeça pode ser difícil de dominar. É uma das coisas que se deve constantemente lembrar de fazer, pois não fazemos isso naturalmente.
Você pode aumentar o comportamento desejado simplesmente balançando a cabeça em forma de assentimento, e diminuir o comportamento não desejado não balançando a cabeça.
Por exemplo, se a conversa está indo numa direção que você gosta, você pode afirmar, balançando, levemente, a cabeça em sinal de aceitação para assegurar que continue nessa direção.
Se a conversa começa a ir numa direção errada, você pode tirar a sua atenção, não balançando sua cabeça, e parar ela rapidamente.
Então, use sua habilidade de conversar para levar a conversa numa direção desejável.
Ela vai adorar você por balançar a cabeça. Ela vai se animar e ficar mais entusiasmada quando você balançar a cabeça em resposta ao que ela tem a dizer.
Balançar a cabeça diz que ela é interessante, que o que ela está dizendo é interessante, que ela tem sua atenção exclusiva, e que você é alguém que sabe concentrar a atenção em outras coisas além de você mesmo.
Faça uma pequena experiência. Ouça alguém sem balançar a cabeça em sinal de aceitação e olhe como essa pessoa começa a falar meio confusa ou desconfortável. Então comece a balançar a cabeça
ouvindo essa pessoa e observe como ela fica mais entusiasmada e excitada com a conversa. O poder de balançar a cabeça vai impressionar você.
Ciente dos atos devidos para projetar a imagem que almeja, comece,
hoje mesmo, a experimentá-los na prática e aproveite os resultados.
Boa Pegação
Linguagem corporal – Como agir – Parte 2
Eeaw galera da pegação, segue a continuação do meu último post:
-Seja convidativo
Isto simplesmente significa ser “aberto” e “direto” com o seu corpo.
A mais óbvia postura “fechada” é quando você tem os braços cruzados na sua frente. Provendo, assim, uma barreira para manter os outros longe e reduzir a intimidade na situação.
Estar “fechado” também inclui coisas como segurar alguma coisa, talvez, um drinque ou mesmo só suas mãos, entre você e a pessoa com quem você estiver falando.
Isto coloca uma barreira para manter longe as outras pessoas. Outra forma de se apresentar “fechado” é manter uma orientação corporal indireta, como apontar seus ombros, corpo ou cabeça em outra direção, efetivamente direcionando sua atenção para outro lado da
Pessoa com quem está tendo contato e em direção à outra coisa.
Posturas corporais fechadas são muito comuns, pois servem para reduzir o nível de intimidade percebida na situação. Quando você está aberto, diretamente olhando a outra pessoa com suas mãos
aos lados, e, possivelmente, com suas palmas das mãos para cima e em direção à outra pessoa, você está se expondo ou se apresentando a ela.
Para usar seu corpo de maneira “atrativa”, e atrair mulheres, você deve aprender a se manter aberto.
Isto se refere a ficar em pé ou sentar um pouquinho mais perto.
Chegar mais perto reduz a distância tanto real quanto psicológica entre vocês dois, ajudando a criar uma sensação de intimidade ou de “nós”.
Num grupo ou multidão, se você puder criar a percepção que você e ela juntos são “nós”, você já andou meio caminho.
Chegando mais perto, levemente, em direção a ela, mesmo que seja mentira, você está transmitindo estar mais interessado nela, e no que ela tem para dizer, do que qualquer outra coisa ao seu redor.
Dando a ela sua total atenção, ela vai estar quase forçada a te dar a atenção dela.
O oposto também é verdade. Manter a distância, ou retroceder de alguém indica que você não está realmente interessado nessa pessoa e preferiria estar em outro lugar.
-Toque
O toque, se feito apropriadamente, tem um efeito imediato, quase mágico na outra pessoa. Igualado em poder somente pelo sorriso e, talvez, contato visual.
Temos nos tornado pessoas frias, impessoais, e distanciadas, especialmente nas cidades grandes. A maioria das pessoas na nossa sociedade está literalmente “morrendo de fome” de contato corporal… “morrendo de fome” pelo toque.
Tão assim, de fato, que o toque breve, amigável e apropriado de outra pessoa, especialmente do sexo oposto, pode chegar a arrepiar. Faça o teste, com suas amigas, que elas não vão negar.
Porém, é preciso cuidado. A palavra chave aqui é apropriado. Algumas mulheres vão reagir muito negativamente se
você as tocar muito cedo ou muitas vezes. Como fazendo seu primeiro movimento, ou indo procurar o primeiro beijo, seu toque deve ser feito na hora apropriada, de maneira apropriada, ou você pode acabar fazendo mais dano do que bem.
Sempre fique atento à situação e o “clima”. Nunca force nada,
se a situação, ou o “clima” não são bons.
Você julga a eficácia do seu toque, lendo a situação, por como ela reage. Se ela parece gostar do seu toque, você sabe que teve “sucesso”. Se ela parece ficar tensa ou se distanciar, isto diz a você que você falhou em tocá-la, apropriadamente, e tem um pouco mais de trabalho a fazer.
Continua no próximo post
Psicologia barata – Os caminhos para uma auto-estima elevada
Esse post é uma segunda parte sobre auto-estima. Veja a primeira parte aqui: Homem-pequeno troca uma idéia com El Guerrero sobre auto-estima.
Primeiro de tudo é bom lembrar que auto-estima só pode ser desenvolvida internamente. Muitos erram porque procuram a auto-estima fora de si próprios. Por exemplo, “quando eu tiver aquele carro vou me sentir bem comigo mesmo” ou “quando eu pegar aquela mina aí sim posso me considerar o macho-alfa”. Também tem a famosa frase “Ah, se eu pudesse e meu dinheiro desse”. Frases que na verdade são uma desculpa pra quem tem medo de enfrentar a difícil missão de conhecer a si mesmo. Uma auto-estima elevada é baseada em fatores internos. O indivíduo se sente bem apenas por estar consigo mesmo na situação atual, com as coisas que tem e principalmente com a certeza de ter potencial para conquistar, a seu tempo, as coisas que desejar. Sentir-se bem no lugar que está agora e como está agora é a base para direcionar melhor nossas reações e ações. Esse é o segredo para vivermos o momento presente. Nesse estado, quando estiver de férias ou na balada, vai aproveitar melhor. Ou, se estiver no trabalho ou na escola, acaba por encarar os desafios com mais tranquilidade e sem medo de olhar para os obstáculos de frente e no real tamanho.
Homem-pequeno*: “Tá. Mas o que fazer na prática?”
Nunca se comparar com outras pessoas é um começo. Comparar-se apenas a si mesmo. Não importa o quão grande você está. O importante é o quanto a gente evolui e o quanto podemos de potencial existe para a evolução. Isso se aplica a tudo: escola, academia, trabalho, pegação. Podemos sempre ir além em todos os assuntos da vida. Então, melhor não deixar que comparações inuteis atrapalhem a evolução. Se você conhece alguém que pega muito mais mulheres e todas lindas, você até pode usar como exemplo, mas nunca como parâmetro de comparação para sua própria evolução. Na verdade comparar-se apenas a si mesmo é fazer um bem a si mesmo. É sempre fazer um ajuste de suas próprias metas levando em conta coisas que só você pode saber sobre você mesmo. Sua real vontade de evoluir naquele determinado assunto, suas limitações reais e etc.
Outra medida a ser tomada para manter a auto-estima elevada, é lembrar que nessa vida, ninguém muda ninguém. A pessoa só vai mudar de atitude quando a própria pessoa quiser. Por exemplo: o amigo mala. O Pegador descreveu aqui muito bem como trata-los: pare de sair com eles. Essa é realmente a melhor e mais fácil forma de lidar com eles. Pode até chamar pra jogar video-game e beber cerveja em casa. Se for um camarada que você considera muito, desde a infância, então o melhor que você pode fazer por ele é servir de exemplo. Aproveitando ainda mais a balada e se dando bem com a mulherada! Se ainda assim achar que ele não é boa companhia pra pegação, então nem convide. Nunca entre em discussões tolas. Essas discussões de pessoas tentando mudar a atitude de outras são puramente desgaste físico e mental! O pior é que 99% das discussões que eu fico sabendo os reais motivos acabam sendo uma pessoa tentando mudar a outra. Por exemplo, se alguém furou a fila, talvez não faça muita diferença dois ou três minutos a mais. Mas a gente acaba ficando bravo de o quanto a pessoa foi folgada e as vezes até esbraveja: “Ela não pode ser assim”. O lugar na fila na exigiria tanto esforço. Mudar a pessoa exigiria um esforço sobre-humano. Então, tudo besteira! Deixe que as pessoas sejam do jeito como elas querem ser. O máximo que podemos fazer é passar adiante boas atitudes. Muitas vezes já entrei em discussões tentando fazer a outra pessoa mudar a atitude dela. Nunca deu certo! E pior, acabei colocando em dúvida se as minhas próprias atitudes estavam corretas. Perda de tempo! Hoje eu guardo meus modos de ação e reação pra mim mesmo. Não tento convencer ninguém e nem perco mais tempo e paciência quando vejo alguém tomando atitudes erradas. Cada um que se ferre com sua própria forma de agir e reagir! Se algum dia alguém vier até mim e perguntar: “Cara, o que você fez que você está melhor?” Ou então “Cara, como você faria nessa caso?” Aí, eu respondo sem nenhuma pretensão. Outro exemplo: o amigo começa a falar de briga e como ele é e foi valente. Bom, eu ouço, dou risada e aviso: “Legal, Mas não conte comigo pra esse tipo de coisa, posso no máximo te levantar e te levar pro hospital depois que terminarem de te bater”. Já aconteceu várias vezes de eu ver amigos sendo carregado pra fora da balada. Ainda bem que ele já sabia que ia ter que esperar na calçada até o final da balada. Ninguém iria estragar a própria balada só porque o indivíduo resolveu estragar a balada dele. Por isso que hoje em dia o time tem no máximo 8 componentes. O clubinho tá bem menor, mas muito mais selecionado. Muitos foram excluídos das noitadas, mas a maioria se auto-excluiu. E muitas vezes eu saio apenas eu e mais um camarada de confiança. Fica até mais fácil de arrastar a mulherada pro motel se estiver só em dois
.
Na verdade, deixar de julgar o que é certo e o que é errado nos outros. Eu me limito a tentar aplicar a mim mesmo as atitudes que considero corretas pra mim e para um bem comum. Não sei quando estou certo ou errado. Só sei o que faz bem pra mim.
Como ainda tem muito o que falar sobre auto-estima, continuo no próximo post.
Abraços!
El Guerrero
Siga nosso twitter: @queropegartodas





