Archive for the ‘Contos de um Pega-Todas’ Category
Night de 20/02/2010
Fala galera da pegação!
Ainda sob efeito do álcool, não conseguirei explicar alguma técnica nova, então vou contar como foi a night de ontem.
Começamos o pré-night às 15horas numa festa de “Ressaca de Carnaval” com tudo incluso. Não tinham gatas, era mais pra comer e beber mesmo.
Fomos eu, The Hunter e o Novato. Tomamos 1 garrafa de johnnie os três e ficamos lá batendo papo.
Ficamos até umas 21h, depois fomos comer uma pizza e cada um foi pra sua casa pra tirar um cochilo e se arrumar pra sair lá pela meia noite (o que geralmente é perto da 1h).
O Novato não conseguiu acordar, e só fomos pra night eu e o The Hunter, levando uma garrafa de johnnie inteira, a qual surrupiamos da festa heahae.
Paramos num posto, compramos umas 6 garrafas de água de coco e estacionamos na frente da night para beber e analisar a qualidade do material que estaria disponível, como de costume. Encontramos uns amigos e só fomos entrar lá pelas 2h.
A balada não estava cheia, tinha a metade da lotação só, talvez menos. Mas não quisemos saber, agora era pegar todas ou pegar todas (o que não era muito fácil devido à escassez de materiais). Compramos uma garrafa de champanhe e ficamos no bar bebendo. Como de costume umas interesseiras chegaram perto e ficaram por ali se mostrando disponíveis. Não tendo nenhuma que nos agradou o suficiente para arriscar perder a night (como estava vazia, muita gente veria e poderíamos perder oportunidades melhores), pegamos a garrafa, as taças e fomos pra pista, deixando o balde de gelo no bar mesmo.
Depois de finalizada a garrafa, The Hunter quis ir ao banheiro e eu fui dar uma sacada no espelho. Quando chegamos na porta do banheiro masculino, tinha uma gata parada. The Hunter falou algo com ela, e eu “Ela está esperando o namorado”. Ela sorriu meio sem jeito e falou que sim. Aí ele soltou um: “É uma pena, pois se o namorado não tivesse aqui, eu pegava”. Eu logo complementei: “Eu confiro se ele está saindo do banheiro ou não e aviso. Como ele é?”. Ela falou que ele tinha cabelo no ombro, eu abri a porta do banheiro, saquei e ele ainda estava no mictório. Falei “Ele tá ocupado, caminho limpo”. Olhando para dentro do banheiro. Quando olho pra eles, The Hunter já está pegando ela! Isso mesmo, pegou ela enquanto esperava pelo namorado na porta do banheiro! Quando eu digo que as putas (ver post Tipos de Mulheres) estão em número muito superior ao resto, tem gente que não acredita…
Depois pegamos outra garrafa, e não me lembro muito bem do resto da noite. Só sei que, encostadas no bar, estavam duas mulheres. Uma extremamente gata e uma amiga baranga. Duas mulheres que acabam ficando no bar um tempo (não as que só ficam lá para beber) , podem se enquadras nos seguintes casos.
1 – São interesseiras e estão vendo quem compra bebida cara,
2- São certinhas e não querem ir pro meio da pista, onde rola a pegação
Eu percebi ser o segundo caso, pois elas estavam bebendo vodka com red bull, e quase nenhuma interesseira compra isso do próprio dinheiro. Além disso, ela não estava com roupas chamativas, e seus acessórios eram os que as mais meigas usam, além da maquiagem clara. Aí a importância de conseguir observar muito bem. Ainda falarei outros exemplos aqui nesse post. Leiam A Arte da Observação.
A baranga deu umas olhadas, mas eu estava com o olhar fixado na gata. A baranga comentou algo com a gata, que deu uma olhada rápida e comentou algo com a amiga. Depois, deu uma olhada de menos de um segundo e não demonstrou interesse nenhum aos olhos de um homem normal. Porém, essa eu não quis deixar passar.
The Hunter se deslocou para a pista e eu fui atrás, mas quando passei na frente dela, cheguei no ouvido e falei: “Se você tivesse me olhado só mais um pouquinho, eu teria vindo falar com você. Só mais um pouquinho”. Ela deu um meio sorriso, aquele do da Monalise, e eu falei: “Você deveria ter olhado mais ou eu vou lá pra pista?”, já deixando claro que se ela ficasse enrolando, eu ia embora. Ela disse: “Não sei, você quer ficar?”. Muitas vão te responder isso, e obviamente significa que é pra ficar.
Aí depois de um minuto e meio de conversa, veio a baranga e deu um red bull pra gata, que prontamente abriu a lata e encheu o meu copo (que continha whisky), e colocou apenas o restinho no dela. Muitos homens iriam pensar algo do tipo: “Po, massa, ela me deu red bull”, mas um leitor do QPT sabe que essa atitude significa muito mais:
1- Ela encheu o meu copo antes do dela - Ou seja, ela é uma mulher que dá prioridade ao homem, coloca-os em primeiro lugar. Exatamente o que queremos.
2- Ela deu a maior parte para mim – Além do ponto anterior, de priorizar o homem, ela ainda abre mão de certas coisas para fazer a vontade dele.
3- Não é interesseira – Ela não pediu um gole da minha bebida, mas me deu a dela.
4- É boazinha
5- É o tipo que faz as suas vontades sem você pedir – eu não pedi o red bull, ela que colocou.
Percebem como é importante saber observar e analisar a vítima?
Mais tarde, seu telefone atendeu, ela virou as costas e foi para um local com menos barulho para atender. Eu falei pra baranga da amiga dela: “Ela me deixou aqui e saiu?”. A amiga respondeu que ela só foi atender o telefone e voltaria. Eu disse que não sou palhaço e fui pro meio da pista.
Fiquei dançando lá e algumas mulheres chegaram ao meu redor. Rapidamente, a gata chegou e ficou próxima de mim. Eu olhei pra ela e reclamei, ela apenas disse “Desculpa, era minha irmã que vem me pegar” e mostrou no celular a ligação. Outros fatores importantes:
Ela sabe se desculpar, coisa muito importante e sem eu pedir, mostrou a ligação, ou seja, não é o tipo de mulher que tem segredinhos e esconde coisas. Ela tem todas as características de uma otária (ler post tipos de mulheres), e essas vale a pena segurar. Repito mais uma vez, aprendam a observar.
Vou ficando por aqui, porque a história já está grande demais.
Como a night estava fraca e ela, além de ser a mais gata da balada, ainda tinha todas essas vantagens, resolvi ficar com ela a noite toda.
Boa pegação!
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Técnica “Sorriu, Abriu!” + Receita da Pizza do Dia Seguinte
Salve, salve comedores!!!
Acredito que todo mundo goste de mulheres inteligentes. Certo? Vejam, eu disse inteligentes e não nerds! Mulher inteligente tem senso de humor. Nerd tem espinha. São coisas completamente diferentes. Vocês tem que aprender a diferenciar estas 2 coisas!
Uma vez feita a diferenciação, toda mulher inteligente – principalmente as modernas – tem bom senso de humor e, se rolar uns tons irônicos, melhor ainda. Se tu está se deparando com esse tipo de mulher, uma tática quase que infalível é a técnica do `Sorriu, abriu`. Mas no que se resume essa técnica, nobre Veio? É simples, muito simples: se tu fizer a mulher sorrir, as pernas dela se abrirão para vocês. Ser engraçado, e não palhaço – e isso vocês também têm que aprender a diferenciar – , funciona quase que como uma chave para o portal vaginal das mulheres inteligentes. Com essa técnica tu até pode pegar uma nerd, mas acho que vocë não quer isso, certo?
Fui pro Rio de Janeiro no carnaval. Voltei na terça-feira e cheguei em Sampa por volta das 23h. No caminho, ativei uma amiga com quem já chavecava há pouco tempo e que eu sabia que estava em Sampa pra sair com ela. Fomos pra um bar perto da minha casa. Meu, já peguei algumas mulheres em bares/botecos, mas admito que há lugares mais atrativos pra pegar mulheres. Enfim, um bar é uma boa opção pra tu ser engraçado – e lembrem-se, não palhaços – e, com meu pré-chaveco realizado dias antes e os chopps que minha amiga estava bebendo, potencializado muito pelo meu bom humor, após o bar, viemos pro meu apartamento e man… no seu território você deve dominar! Não teve jeito… deixei a garota na casa dela por volta das 06h da manhã. Não vou ser metido e dizer que finalizei, pq não finalizei… não mandei o FATALITY! A mina é de familia, mas não é santa: a pegação rolou forte!
Preciso admitir que no dia seguinte, na quarta-feira, marquei um happy-hour com outra garota. Eu já a conhecia pessoalmente, mas havia a encontrado apenas umas 2 vezes… sempre com o bom humor de pano de fundo. No bar, consegui usar a mesma tática… digo consegui, pq nem sempre depende só de você: a garota tem que cooperar com o bom humor dela. Pq? Pq se ela não tiver bom humor, não irá valorizar o seu. Se ela for uma Nerd, vai valorizar seu personagem de RPG que está no nível 62 e não nosso bom humor. A psicologia já nos disse que os semelhantes tendem a se atrair. Novamente não dei a `meia lua pra baixo + soco forte`, o famoso FATALITY… mas a pegação rolou forte no carro. Estava chovendo, ninguém na rua…
Não sei se vocês perceberam, mas em 2 dias, foram 2 mulheres e que, mais importante, vai me proporcionar novas noites de diversão. Digo diversão em todos os sentidos, pq quando tu sai com uma mulher divertida, você fica de bem com a vida… e a chance de rolar o FATALITY é grande… pq ninguem mais é criança.
Para manter o objetivo da coluna que é sempre ensinar uma receita, vou mandar aqui um clássico do Mesa pra 1: a pizza do dia seguinte. Seja requentada, seja fria, seja com catchup, seja com mostarda… seja com café, seja com coca-cola… existem relatos de pessoas que pedem a pizza hoje só pra guardar na geladeira e comê-la todinha amanhã.
Dificilmente você vai pegar mulher com essa receita, mas com certeza vai diminuir a ressaca quando voltar das baladas pra casa no meio da madrugada ou quando acordar cansado no final de semana
Se você tem experiências positivas com comidas e bebidas pegando mulheres, me envie um e-mail (veio@queropegartodas.com) e conte sua história! Vamos tornar público seu sucesso!
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Contos de um Pega-Todas 10
Fala galera da pegação!
São 3 da manhã e acabei de ser informado que o Véio teve um problema e não vai poder postar hoje, e como The Hunter já está dormindo há muito tempo, além de ter postado ontem, sobrou pra mim hehe. O post do Véio ficou pra amanhã.
Realmente pelo cansaço não consigo desenvolver alguma explicação boa de alguma técnica, então vou contar uma história que aconteceu comigo anos atrás, quando eu tinha uns 18 anos e era um pegador iniciante ainda.
Bem, era meu aniversário e acabei passando o dia com minha família e namorada. Como de praxe, pela noite fui pra night com uns amigos e amigas, deixando, obviamente, a namorada em casa.
Lá na balada, vejo que uma gata amiga da minha irmã estava me dando mole. No começo achei estranho, pois ela tinha passado um tempo ficando com um amigo meu, então achei que acharia chato. Mas por eles terem acabado a ficada há algum tempo, ela não estava nem aí e obviamente nem ele. Até pedi permissão para pegá-la. Isso é muito importante, nunca pegue alguma ex de seus amigos próximos, pois isso pode estragar a amizade e nenhuma mulher vale isso. Se quiser pegar alguma, peça. Eu e The Hunter temos cada um, uma “lista”, que são as mulheres que queremos exclusividade. Quanto o resto, pode pegar à vontade, até dou dicas sobre as melhores.
Bem, ela deu mole e acabei pegando. Um dia depois ela me liga, e conversamos um pouco. No dia seguinte, ela ligou pra minha irmã e se ofereceu para dormir lá em casa.
Chegando lá, ela me chama num canto e fala descaradamente: “Não sei se são nossas conversas, mas você tem me dado uma vontade…”. Pediu pra dar, então, na noite tive que fazer o trabalho.
No outro dia, quando ela ainda estava lá em casa, chega minha namorada. Obviamente disse ao porteiro para dizer que saí e não cheguei. Passou um tempo e ela resolveu subir. Quando chega lá, estou eu e a gata no meu quarto. Fudeu !
Minha namorada, prontamente, virou as costas e foi embora chorando. Eu fui atrás para tentar reverter a situação. Ela não tinha ido embora, apenas desceu até o térreo e ficou lá em um canto chorando. Eu disse que acabara de chegar e já ia ligar pra ela subir e que não tinha feito nada, estava apenas conversando com essa outra. Minha namorada, que sabia que eu era um pega-todas, não acreditou muito e continuou chorando. Mostrou-me um presente que tinha levado para comemorar 2 ou 3 meses de namoro, nem lembro e ficou lá. Usei a tática to tempo para pensar (já usada no conto de um pega-todas do El Bravo, e que ensinarei em muito breve), segurando suavemente em seus ombros e ficando em silêncio uns 4 ou 5 segundos, e disse: “Ela (vamos chamá-la de Rafaela) é a ex do fulano. Você acha que eu a pegaria? Deixa de ser ridícula”. Ela olhou pra mim com olhar de assustada, começou a rir e disse: “É verdade, me desculpe por ter desconfiado de você”. Aí eu completei: “Sinceramente, você anda extrapolando no ciúme, desse jeito não vai dar pra gente continuar. Um relacionamento deve ser baseado na confiança”.
Nos resolvemos e tudo ok. Depois de um mês, eu cometi o erro de entrar no MSN na frente da namorada (eu disse que era iniciante. Aprendam com meu erro e NUNCA entrem no MSN quando a namorada estiver com você) e a puta da garota que tinha traçado nem fala um oi e já chega soltando um “Parabéns, você não vai ser papai”, e isso aparece logo na janelinha que subiu.
Esse realmente foi um dos momentos em que eu levantei a cabeça, estufei meu peito e pensei: “Agora fudeu de vez!”
Novamente minha namorada virou as costas e desceu chorando e fui atrás pensando em alguma desculpa. Na verdade, a merda estava tão grande, mas tão grande que pensei em tomar a atitude extrema de um pega-todas pego no flagra: pedir desculpas, dizer que a ama e prometer que nunca mais vai fazer aquilo.
Lá no térreo começou o quebra-pau, ela falando pra caramba, chorando, reclamando, brigando, tudo ao mesmo tempo, e eu só tentando enrolar, sem saber o que fazer, quando usei o “tempo para pensar” novamente. Falei “Maria (vamos chamá-la de Maria), você precisa confiar em mim. Eu não fiz nada”. Por algum motivo (hehee) ela não confiou e continuou com exaltada enquanto eu apenas repetia isso enquanto pensava em uma solução até que recebi uma inspiração divina.
Abaixei minha cabeça com os olhos lacrimejando e com cara de triste (pois é, aprendam a fazer isso, é extremamente útil. Elas sempre sentem pena e acreditam que você está triste. Funciona mais com meninas novas, o que era o caso) e falei: “tudo bem, você merece saber. Vou te contar a verdade. Há um tempo eu estava em uma festa, e acabei cheirando lança e bebendo muito (nunca fui fã de cheirar nada, não costumava fazer e não faço, mas tinha que exagerar, acrescentando algo mais ao álcool). Aí terminei traçando uma menina, que era amiga da Rafaela, sem proteção. Aí a menstruação atrasou e eu estava preocupado que ela tivesse engravidado de mim, e Rafaela veio me falar que não. É por isso que eu andava preocupado. Não te contei antes, pois isso me traumatizou, você sabe que só transo com quem eu amo “(ela achava que até então eu só tinha transando com minhas ex) e fico muito mal só de pensar nisso”. heheeh
Aí Maria complementou: “Mas O Pegador, a gente já namora há 3 meses, como que você estava nessa dúvida, se menstruação vem todo mês? Você transou com ela enquanto estávamos namorando?” (Pensamento no momento: “PQP MESMO! Essa mulher não cala a boca! A coisa só piora”).
Complementei: “Deixa eu terminar? Então, a gente tinha perdido contato com essa menina, que estava grávida mesmo, mas na verdade era do ex dela. Me desculpe por não ter te contado, mas realmente fico muito mal com isso”. Falei tudo com voz e rosto de triste, sempre com a cabeça baixa e fingindo ter trauma disso.
Bem, ela acreditou e nunca mais tocou no assunto.
Ficaí uma história que mesmo quando tudo parece estar perdido, com experiência e uma boa dose de criatividade, acabamos nos saindo. Lembrem-se, as mulheres nasceram para ser enganadas.
Envia também sua história para pegartodas@queropegartodas.com ou no formulário de contato
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Armin Van Buuren- 11/02/10
Eeaw galera da pegação, como falado, ontem, estamos em Recife para curtir o carnaval. Por isso os posts não serão longos e terão um maior conteúdo narrativo, ou seja, vamos escrever, apenas, o que lembrarmos….Rsrsrsrsr
Ontem rolou aqui na cidade a apresentação do DJ holandês Armin Van Buuren e estávamos lá presente para conferir. Vamos ao início da noite:
“O Pegador” e eu saímos do hotel e fomos ao supermercado mais próximo comprar birita para encher a cara antes de entrar. Como o calor aqui é muito grande, resolvemos deixar de lado o costumaz whisky e partir para algo mais refrescante. Daí compramos umas vinte e cinco ices e algumas cervejas para tomar no caminho de ida, antes de entrar.
Chegando ao local da apresentação, ficamos, um pouco, do lado de fora, bebendo, conversando e avaliando o material. Depois de acabar com as ices e as cervejas, entramos no local do espetáculo e fomos direto para o bar recarregar…..
Apesar de notarmos que não existia um clima geral de pegação, deu para atuar nas gatas até o sol nascer.
P.S.- Não há um detalhamento dos fatos da festa em virtude da ausência de memória de ambos.
Hoje tem mais….
Contos de um Pega-Todas 9
Fala galera da pegação!
Hoje vou contar uma história engraçada que ocorreu comigo e com o The Hunter um tempo atrás. Ela também vai provar que depois de muita prática, mesmo inconscientes de tão embriagados, ainda agimos por instinto para pegar todas. E isso pode acontecer com vocês, caso continuem lendo o blog.
Eu e o The Hunter fomos pra night com intenção de fazer vídeos mostrando como se comportar na night, as mulheres e os tipos, como abordar, etc (além de pegar todas, é claro).
Bem, como de costume chegamos na frente da balada meia noite e pouco, e ficamos bebendo no carro. Como estávamos sem whisky em casa, paramos num posto e compramos umas cervejas.
Bem, lá na frente, ouvindo uma música eletrônica (dentro do carro fechado, não com som altíssimo para que todo mundo que passar escute. Isso é coisa de peganinguem) e bebendo, ainda veio o vendedor de espetinhos e bebida, comemos um pouco e compramos mais cerveja.
Encontrei um amigo meu, que é vocalista da banda que tocaria na noite, que foi até o carro para nos dar convite free e bater um papo. Entrando na night, pegamos logo de cara um champanhe e fomos para a frente do palco. Colocamos o balde de gelo com a garrafa em cima do palco mesmo, e ficamos lá na frente tomando todas.
Como de costume, o pessoal da banda dedicou alguma música pra mim, ou me mandou um abraço, algo do tipo. Não me lembro direito. Acabamos a garrafa, bebemos mais um pouco, pegamos uma ou duas cada, e do nada as gatas sumiram (ou não achávamos mais nenhuma devido ao efeito do álcool). Sei que resolvemos ir pra outra balada.
Chegando lá, logo de cara chega The Hunter com dois copos, contendo uma dose dupla de absinto em cada. Ele me dá um e sai tomando outro. Fomos para frente do palco, e nos separamos, como sempre. Na verdade, nunca sei como isso acontece. A gente sempre fica a uma distância de 1,5 a 2 metros de distância um do outro, e quando vemos, o outro sumiu. É sempre para ir ao bar, pegar alguma gata ou ir ao banheiro, então não estamos nem aí.
A partir de agora, só lembro de alguns flashes. Vou contar como lembro, por isso vai pular diversas partes, e algumas coisas sem sentido vão acontecer.
Depois, chega The Hunter com mais uma dose dupla de absinto e me dá. Aí, quando estava chegando no fim, um peganinguem vara pau bate no meu copo e derrubo o resto. Fico instantaneamente irritado, pois ele derrubou o líquido sagrado. Uma amiga dele se ofereceu para pagar uma dose do que eu estava bebendo.
Fomos ao bar, ela perguntou o que era, eu disse, ela não gostou muito de pagar uma dose dupla de absinto, mas acabou pagando. Como ela era feia, ainda soltei um “ uma mulher que serve pra alguma coisa” hehehe.
No próximo flash, estou com The Hunter, nos dirigindo à escada para subir para outro andar da night, quando vejo uma gata na minha frente me olhando e sorrindo. No flash seguinte estou agarrando-a.
E no outro flash, estou lá no andar superior da balada, num bangalô que tem lá. O andar superior tem diversos bangalôs, que são quadrados, mas com a parte da frente aberta. Aí ficam 3 sofás, formando um U e na parte aberta tem uns bancos em formato de cubo.
Bem, eu estou dentro de um bangalô desse, meio desorientado, sem saber como fui parar lá. Olho para o meu lado e tem uma gata do cara@@#$, a qual pareço estar pegando, e depois mais 2 mulheres. Olho para o outro lado e tem mais 3. Levanto a cabeça para olhar pra frente, e está The Hunter sentado num banco, também embriagadíssimo, mas conversando com uma das gatas que estavam sentadas. No meio do bangalô tem uma mesa, com um bolo de aniversário e algumas bebidas.
Outro flash: Olho para frente e The Hunter está comendo o bolo numa boa. Eu digo alto, sem saber para quem falar: “eu também quero bolo”.
Sei que uma gata se levanta, corta um pedaço e me dá. Eu e The Hunter detonamos mais uns 3 pedaços cada e no próximo flash estou acordando em casa, com The Hunter me ligando para perguntar o que aconteceu na noite anterior, que ele tinha vomitado muito bolo haehea.
Bem, na balada tinha um amigo meu, que estava sóbrio e me contou. Eu cheguei no andar de cima com uma mulher, e disse a ele (na frente dela): “ Eu to bêbado pra cara@#2. Dá pra pegar essa, né?” .
Depois ele não viu como cheguei na festa do bangalô, mas disse que quando viu, eu estava dando em cima de outra na frente daquela que levei para lá, e acabei pegando. Essa saiu emputecida, e depois comemos o bolo.
Até hoje ninguém tem ideia de quem era a festa, como fomos parar lá, quem fez o bolo ou o que aconteceu depois disso.
Resultado dos vídeos: Aparentemente esquecemos de ligar o flash dos celulares e até agora não entendo o que queríamos mostrar quando filmamos. Confiram o resultado.
Acredito que o primeiro video tenha sido no começo e o Segundo foi na hora que decidimos ir embora da primeira balada e ir pra próxima, já que só tem baranga no vídeo e não filmamos nada depois disso.
Boa pegação!
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Contos de um Pega-Todas 8
Eeaw galera da pegação, segue mais uma recordação, que vale a pena ser compartilhada, até porque, o leitor atento, perceberá várias atitudes e técnicas aqui, já explicitadas, aplicadas ao caso concreto.
Esse fato se passou no início de 2004 ou 2005, o ano, sinceramente, eu não lembro bem. Mas, isso, aqui, é o que menos importa. Apenas fiz questão de citar o período do fato para que, mais uma vez, se faça entender que todo o conteúdo do blog decorre de uma larga experiência prática aliada a uma sensibilidade aguçada no tocante a forma de agir com o sexo oposto. Em resumo, se nesse período, já me encontrava neste nível, imagine a bagagem que possuo, nos dias de hoje.
A qual temos, tanto “O Pegador” quanto eu, o maior prazer de compartilhar com vocês através deste blog.
Era um sábado como outro qualquer, depois de acordar, por volta de meio dia, um pouco ressacado, devido à night do dia anterior, almocei e fui para a casa/granja da minha namorada na época. Ela morava numa localidade serrana, na região metropolitana da minha cidade, onde o clima mais ameno é bastante apreciado por mim.
Como de costume, passamos à tarde e o início da noite trancados no quarto para quando desse umas 22-23hrs eu tomasse um banho, jantasse um dos meu pratos favoritos que mãe dela fazia e já deixava pronto e fosse embora.
Tomado banho e de estômago forrado entrei no carro onde o meu “kit night”(roupa e whisky) já estava me esperando. No meio do caminho parei em algum posto, como sempre, onde troquei de roupa e comprei os coadjuvantes necessários para apreciar o puro malte no pré-night dentro do carro.
Ao chegar à night o “guardador de carros” já tinha separado meu lugar na frente da boate para que eu pudesse estacionar e beber enquanto mirava minhas futuras vítimas. Nunca paguei nada a mais para que ele tomasse essa atitude, apenas o tratei com educação, gentileza, cordialidade e atenção.
Após finalizar a minha dose certa (meia garrafa de whisky), estando já “no ponto”, por volta de uma hora da manhã, entrei na night e como de costume já fui logo “atuando” nas gatas.
Especificamente nesta boate, eu costumava levar minhas presas para um local com pouca visibilidade (hoje em dia, a maioria não possui local deste tipo ou já tem um segurança lá estático impedindo que algum casal chegue perto), onde diminuísse a probabilidade de ser chamado a atenção por algum segurança por estar “pegando mais pesado” com gata da vez.
E como bom pegatodas, enquanto estou pegando a da vez, já observo, com discrição, as próximas vítimas.
E daí observei que, perto deste local onde levava as gatas, “o abatedouro”( vamos chamar assim para simplificar). Tinha uma gata que já tinha visto “dar foras” numa porrada de homens e, constantemente, olhava a “prensa” que eu dava nas garotas no “ abatedouro”.
Levei a primeira e percebi que ela olhava bastante. Ao invés de abordá-la, logo após dispensar a que estava pegando, para testá-la, levei a segunda e notei que ela continuava com suas olhadas. Daí, tive a certeza que acontecesse o que acontecesse ela estava garantida. E o que se faz com “as garantidas” na night? Deixa para pegá-las no final.
A partir da segunda, sinceramente, eu não lembro se levei mais uma, duas, três……. ou mesmo nenhuma para ser “prensada” no “abatedouro”, ou se ela continuou olhando o desenvolver da rotatividade de mulheres ou não.
Lembro que, praticamente, no fim da night a peguei e ela me apresentou uma amiga que estava sendo pega por outro cara.
Enquanto a pegava, notei que sua amiga olhava de um jeito diferente tanto para mim, quanto para ela. Essa foi a deixa para que eu correspondesse os olhares e perguntasse, se elas tinham vindo juntas.
Como já passava de cinco horas da manhã sugeri “a presa” que fossemos embora.
Ela de pronto aceitou e saímos da boate ela, eu, a amiga e o peganinguem que a estava pegando.
A minha vítima já estava certa de ir comigo e a amiga já chegou dizendo para o peganinguem que, tinha vindo com ela e teria que chegar em casa com ela.
Daí o peganinguem foi embora achando que como ele não ia comer a gata que estava pegando, eu também não ia comer a minha.
Pois, a dele, iria “empatar nossa foda”. E eu já entrei no carro pensando: “MAIS UM MENAGE PARA MINHA LISTA”.
Já, quando entrei no carro, comecei a “dar uns amassos” na que estava pegando, sentada na frete, enquanto metia a mão por dentro da saia da sua amiga sentada no banco de trás.
Saindo dali, fomos direto para o motel mais próximo e o resto não precisa comentar. Aliás, precisa sim. Elas interagiram entre si!!!!!!!
Boa pegação
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Contos de um pega-todas 7
Eaew, galera da pegação, lembrei, hoje, de um fato interessante, ocorrido no meio do ano passado, que vale a pena compartilhar com vocês:
Estava, pela manhã, indo para uma comemoração de aniversário nas imediações de nossa costa litorânea, quando, de longe, na garupa de uma moto, avisto uma gatíssima. Do nada, o motorista da moto pára e começa a discutir com ela. Enquanto eu diminuo a velocidade do carro para apreciar melhor a paisagem e sigo meu caminho em direção a festa.
Ao chegar à festa, deparo-me com uma manada de mocréias, bozengas que logo me amedronta não só com a aparência, como também com a possibilidade de consumir bebidas alcoólicas nas suas imediações. De pronto, renuncio à “birita free”, dou uma desculpa esfarrapada ao aniversariante e me mando.
No caminho de volta, avisto a mesma gata, praticamente no mesmo local, só que dessa vez desacompanhada. Na mesma hora fiz o retorno e parei um pouco distante do local onde ela se encontrava e fiquei, como um caçador, observando se ela estava realmente desacompanhada, ou seja, sem o cara da moto, tornando-se, assim, uma presa fácil.
Até este momento ela não tinha sacado que eu a estava observando, nem, muito menos, tomado conhecimento da minha presença nas proximidades.
Após ter a certeza que o cara da moto, não mais estava com ela. Fiz-me notar e, de pronto, me aproximei numa atuação verbal, e, em poucos minutos, a convidei para entrar no meu carro e irmos tomar uma água de coco e conversar, já que ela estava de saída de banho, nas imediações costeiras.
Entramos no carro, parei na frente de uma barraquinha e pedi para que o vendedor trouxesse o coco até nós para não ter que sair do carro.
“Já não é fácil colocar uma gatíssima desconhecida, que, literalmente, você pegou no meio da rua, dentro do seu carro, no mesmo instante que você a conhece. Quando você consegue fazer isso ela só deve sair para entrar no motel, na sua casa, ou para ir embora depois de dar no carro mesmo.”
Pegamos o coco e fui dirigindo para uma parte da praia sem muito movimento, onde dá para estacionar praticamente,na areia. Tomamos o coco, enquanto conversávamos, ela indignada me falando que o noivo dela (o cara da moto) a tinha deixado no meio da rua só porque ela queria ir à praia e não ao motel como ele queria…
Ao acabar o coco, parti para ação, instigando-a, e dali fomos direto para o motel mais próximo.
Em menos de meia hora, ela estava no local, onde ela brigou com o noivo para não estar, com um desconhecido que a abordou no meio da rua.
É por essas e outras que no mundo existem homens e pega-todas.
Aproveite.
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Contos de um Pega-Todas: Pegando uma mulher acompanhada
Fala galera da pegação!
Essa semana me lembrei de um fato muito interessante ocorrido numa night e que serve para ilustrar qual o grau de pegação que vocês chegarão algum dia se continuarem lendo e seguindo os conselhos do blog.
Primeiro, vou colocar os pré-requisitos pra “técnica”, se é que se pode chamar disso:
1- Nível alcoólico elevado;
2- Autoconfiança;
3- Conhecimento extremo em técnicas de pegação;
4- Índice muscular corpóreo maior que o “concorrente” (pra caso a técnica dar errado ou o cara se irritar);
5- Elevados conhecimentos em linguagem corpórea feminina (nome bonito pra: “perceber quando a gata se interessou por você, mesmo quando ela está disfarçando”.
Agora a história. Era um dia qualquer de night, quando eu e The Hunter chegamos à balada com uma garrafa de Jack Daniels, alguns red bulls, estacionamos o carro bem na frente, e ficamos no carro como de costume, bebendo, ouvindo música eletrônica e analisando o material da night (como tá o nível das gatas).
Quando deu 1:30h e já tínhamos tomado todas, resolvemos entrar. Nessa noite em especial, tínhamos que entrar já com a cara cheia, pois a música que iria tocar era horrível (para o nosso gosto, que preferimos eletrônica). Chegando lá, viramos mais algumas tequilas e partimos pro ataque. Encontramos aquelas meninas que falei em algum post antigão (não lembro qual e não vou procurar), que vieram pra cá pra casa no meio da noite para uma festinha, e o lanchinho da volta já estava garantido.
Aí finalmente o momento crucial da noite, o que me fez fazer esse post. Parei relativamente perto do palco para analisar as gatas ao redor, quando vi a um metro e meio de mim, uma gata que me deu umas olhadas rápidas, mas suficientes para eu ter certeza que ela queria me pegar. Mas ela estava apenas com um cara, e dançando com ele, ou seja, estava acompanhada. Eu vou pra night pra pegar todas e não pra brigar, então dei mais uma volta. Quando chego na mesma área ela olha pra mim novamente. Dessa vez, por mais tempo que na primeira. Não pensei duas vezes, passei ao lado dela e quando estava bem perto, falei no seu ouvido “Quando se desocupar, me avisa”. Continuei meu caminho. Não deu 5 segundos, sinto alguém me puxar. Era ela. Que disse que não estava com o cara, que era apenas um amigo. Eu disse “então nesse caso…” e puxei-a (com a mão entre o pescoço e a cabeça dela, como ensinado no post http://queropegartodas.com/2010/01/04/no-d-escolha-parte-2/ ).
Moral da história: quando você chegar ao nível de Pegador Mestre (ver http://queropegartodas.com/2009/09/20/estagios-de-um-pegador), nada te atrapalha no seu objetivo maior: pegar todas. Chuva, sol, música ruim, poucas mulheres ou até acompanhadas. Você vê oportunidades onde ninguém mais consegue ver. Mas para isso, muito conhecimento e prática são necessários.
Obs: Esse post também serve como ilustração para o meu futuro que falará sobre não perder oportunidades.
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A mãe dos outros…
Fala, pessoal!
Já faz um tempo que quero postar sobre isso, mas não sabia bem o que escrever. Agora, posso escrever com maiores fundamentos, se é que me entendem.
Bom, tudo começou quando resolvi ir até a casa de um amigo do trabalho, o Yuri.
Cheguei lá com meu pack de cerveja debaixo do braço, eram 2 horas da tarde, mais ou menos e estava rolando um churrasco.
Como bom pegador, dei uma olhada em volta e vi mais ou menos 5 cuecas sozinhos e mais dois cuecas acompanhados, logo pensei “que bosta!!!!!!!!!”. Foi quando fui procurar o Yuri, dono da casa, e subi até a cozinha, lá, encontrei uma maravilhosa morena, de olhos azuis e preparando algum drink. Meio sem jeito, perguntei pelo Yuri, e a morena, muito receptiva, disse: “Oii, sou a mãe do Yuri, ele deve tá por aí e jaja aparece, tome alguma coisa enquanto isso…”
Fui lá pra baixo, na churrasqueira, e fiquei conversando com os cuecas de plantão, meio encabulado por ter achado a mãe do cara gostosa. Algum tempo depois, a Mariana, mãe do Yuri, desceu com uma bandeija cheia de drinks e nos serviu… Ficamos lá, o Yuri apareceu com uma garota lá e o dia passou.
Algum tempo depois, a Mari, mãe do Yuri, me ligou e disse que ia ter outra festa na casa deles e que o Yuri tinha pedido pra ela me convidar, além de muitos outros amigos dele… Até aí, tudo bem… Chegando na festa, me deparei com 2 garotas que eram amigas em comum entre eu e o Yuri e mais uma cambada de machos, além da Mari. Passado algum tempo, eu já tava de graça com a Renata, que era uma das duas garotas ali presentes, não demorou muito e peguei, passei a festa toda com ela e pronto.
Até aí, tudo bem, até o dia que tive de passar na casa do cara pra buscar um objeto que havia esquecido em uma das festas (carteira), foi quando interfonei e adivinhem só, o Yuri não tava e fui recepcionado por aquela maravilhosa morena, gostosa e madura, de camisola, que fez questão que eu subisse e começou a jogar charme pra cima de mim. Pensei: bom, é mãe de um amigo meu e salvo se ele me sacanear muito, jamais pegarei ela, ledo engano.
Dei um jeito de me livar da Mari e fui embora. Acontece que, ontem, um dia depois do Natal, teve uma nova festa na casa deles, quando cheguei lá, tava todo mundo se divertindo e bebendo, dei oi pra todos e subi na cozinha, pra pegar um copo, pois queria tomar vodka, quando entro na cozinha, sinto que alguem havia me acompanhado e antes que eu virasse, senti uma mão em volta da minha cintura, indo direto no meu pau. Adivinhem só quem era, a Mari! Puta merda, foi uma sensação do inferno, dei um jeito de dar uma de maluco, peguei meu copo com gelo e vazei lá pra churrasqueira.
Umas 3 horas depois, quando eu já estava pra lá de bêbado, fui ao banheiro, quando fui entrar, a Mari estava atrás de mim e me jogou pra dentro, trancando a porta em seguida. A desgraçada me tascou um beijo e como todo bêbado, sem entender muito, acabei retribuindo. Ela sentou no balcão da pia (não tenho ideia se essa merda tem nome) e me puxou entre suas pernas, a essa altura, meu pau já tava latejando, foi quando ela sacou o bixo pra fora e enfiou tudo na boca.
PUTA QUE O PARIU, comecei a me imaginar na situação do cara, com um cidadão, amigo meu, com o pau socado na boca da minha mãe… Não deu outra, fui contra todos os meus princípios de pegador e enfiei meu bilau dentro do shorts, falei pra ela que aquilo ia dar merda e sai do banheiro. Voltei direto pra casa, bati uma bronha e escrevi esse post.
Bom, to totalmente bêbado e digo uma coisa: nunca faça pra outra pessoa o que vc não quer que façam pra ti, resista, mesmo que vá contra seus princípios.
Tô indo dormir.
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Contos de um pega-todas 6
Fala galera da pegação. A contribuição de hoje é do The Wolf, que também está em treinamento para virar o próximo membro da equipe Quero Pegar Todas. Fiquem com a história:
“Era um sabadão como outro qualquer. Dia de ir pra night e pegar todas. Mas antes teria que fazer algo inédito: pegar 3 mulheres e traçar as 3.
De ressaca de sexta…levantei umas 2 horas da tarde, fui pra academia, depois pra casa e almocei. Umas 18h liguei pra uma gata que era modelo e gostosa. Essa já tava tudo certo, mas era carne nova e ja tava pronta pro abate: já tinha pegado ela outro dia e não deu pra finalizar..
Mas beleza, peguei ela, levei-a pra uma praça afastada em minha cidade, um dos lugares que levo mulheres pra comer. Já coloquei meu cd de sexo (1) e ela já gostou da música e tals.
Peguei ela e como tenho uma caminhonete (tinha, no caso, quando morava na outra cidade), ela vira um motel ambulante..era só deitar os bancos.
Como sempre tirei meu kit: 2 taças de vinho e mais um vinho de garrafa cara (que na verdade está cheia com 2 vinhos vagabundos. Economizar sempre é bom.. haha..e as mulheres nunca percebem) (2).
Depois de 2 horas já estava finalizada. Tinha que ser só uma rapidinha bem dada..alias 3 numa noite é foda haha
Fui pra casa, tomei um banhao e já fui encontrar a galera pra beber. Beleza, bebemos e peguei uma outra que tava junto com a gente..mas foi muito fácil, não deu vontade de finalizá-la (3)..não nesse dia. Mas peguei o tel..sempre é bom. Aí fui pra frente da balada e comecei a trocar ideia com uma outra gata. A xavecar na fila. Peguei ela e já levei para o carro. Depois de um tempo de conversa e tals, finalizei tambem, mas não usei o kit. Estava muuito bebado pra isso haha.
Comi-a no estacionamento da balada.
Então entrei na night, peguei mais uma e aí peguei a ultima, pra finalizar. Saí com ela da balada umas 3h, porque depois só sobram bebadas e baba de outros caras, fora os pega ninguem ne….blza…já dei uns pegas bem massa nela na própria balada e antes de entrar no carro.
Ela já conhecia minha fama e tal. Isso que é foda de cidade pequena. Mas ao mesmo tempo é muito bom. Agora estou em outra cidade, pra conhcer mulheres novas. Na minha já rodei..haha
Ela me seguiu até o motel e transamos. Mas 2 vezes só…e o meu pau latejando…. Então fui pra casa dormir..tranquilo….com mais um dia…de pegador concluido.”
Como vocês podem ver, ele sabe das coisas, e utiliza diversas técnicas ensinadas aqui no blog. Em todos os contos de um pega-todas até agora, os leitores tiveram a oportunidade de ver na prática, que as técnicas funcionam.
Tenho alguns comentários sobre essa história:
1- Ele já tem um CD de sexo. Isso todos deveriam ter. Escolher umas músicas mais calmas e românticas para usar no período pré-sexo. Vou fazer post sobre isso.
2- Ter uma garrafa de bebida cara e encher com bebida vagabunda. Já falei isso em post passado, e isso é técnica de mestre. As mulheres nunca percebem, só olham a marca, sempre. Uma vez comprei uma vodka importada e quando acabou, enchi com a mais vagabunda possível. Quando colocava pras mulheres beberem, recebi comentários do tipo “nossa, mas dá pra ver que é mais suave” e “caramba, essa é boa mesmo”. Hahaha
3- Não entendi. Pra mim quanto mais fácil, melhor. Haueuhe
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