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Archive for the ‘Contos de um Pega-Todas’ Category

Night de 28/08

Fala galera da pegação!

Resolvi fazer um podcast também, contando a minha parte da night de 6a feira. Ao contrário do The Hunter, que tentou modificar a voz ele mesmo, eu utilizei um programa pra isso.

Espero que gostem.

 

Boa pegação!

O Pegador

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Conto de um Pega-todas – Minha primeira noite liberal (+18)

Há uns bons meses atrás, fui para uma comemoração de aniversário de uma “amiga” numa balada bem especial: Nefertitti. Lá não é exatamente uma casa de swing, é uma balada e uma casa de swing.

Fomos em dois carros. Nos dois carros estavam dois casais. A diferença é que no meu carro estava o casal de lésbicas. Ou seja, eu, a peguete da época e mais duas namoradas.
Entramos no lugar e fechamos uns combos de vodka com energético e ganhamos lugares nos sofás especiais que ficam de frente para a pista. Onde rolou os show de strip que foram até, mais ou menos, meia-noite e meia. Foi praticamente um esquenta dentro da balada e com garotas lindas tirando completamente a roupa.
Já informo que tem show para as mulheres também e sempre vai um ogro tirar a roupa lá. Mas tudo bem, o lado bom é que a mulherada se empolga.
Depois dos shows, a pista ferve! Os balcões e os pequenos palcos de pole dance perto dos bares ficam tomados pelas garotas mais empolgadas que adoram levantar a saia e/ou abaixar a blusa. Decotes, barriguinhas e pernas de fora não faltavam. Muita mulher bonita e ousada!
Como se já não bastasse ser umas das pistas mais quentes que eu já tinha visto, o mais interessante era o misterioso corredor das áreas chamadas privativas. São quase 100% escuro. Sendo apenas possível ver as outras pessoas numa distância de apenas 2 ou no máximo 3 metros. Ainda assim era possível ver muita coisa acontecendo. Lembrando que é proibido usar qualquer tipo de eletrônico dentro da casa. Celular, câmeras digitais, nem pensar!
Fiquei meio frustrado quando percebi que mais da metade não estava ali pra transar. Eram apenas curiosos. Então, a coisa não estava fluindo bem pra ninguém. Antes de entrar lá, eu achava que lá dentro fosse algo mais respeitoso e com muito mais sexo. Mas, tinha muitos que estavam brincando, dando risada, gemendo de brincadeira. Aí cortava o barato de quem não estava lá pra brincadeiras. Mesmo tendo a regra de que na área privativa só entra acompanhado.
Depois de matar a curiosidade, voltamos pra pista, dançamos e bebemos mais e mais. A essa altura eu já estava pegando forte minha ficante. Ela, empolgada, começa a brincadeirinha de beijar nossas amiguinhas lésbicas. Claro que eu não poderia ficar de fora da brincadeira. Mas eu já sabia que, com as amigas lésbicas, não passaria dos beijos. Quando o assunto é transar com outros homens, elas levam o namoro a sério. É sério.
Um dos amigos tinha dado perda total e estava dormindo no sofá. O outro tinha desistido da “acompanhante amiga” e foi pra cima de uma coroa enxuta e safada, certo ele. Mas quando ela chega perto, a coroa safada se engraça comigo também. E traz com ela uma amiguinha dela de 28 anos. Bem bacana. A gente já tinha trocado uns olhares. Eu já tinha visto ela dançando no balcão e já sabia que embaixo daquela saia tinha uma calcinha pequeninha enfiada numa bunda perfeita.
A minha peguete estava se divertindo com as outras amigas e também com os vários caras que chegavam nelas. Lembrem-se que apesar de só entrar no lugar quem estiver acompanhado, é o típico lugar que pode e deve-se olhar pra mulher dos outros. Afinal, a idéia central continua sendo fazer a famosa troca de casais.
Como infelizmente só chegavam solteiros pra tentar pegar minha ficante, tive que convidar somente ela para voltarmos na área privativa. Apenas eu e ela.
Chegando lá, depois de uns beijos mais fortes, fiquei apenas no quase. Ela travou. Não estava a vontade. Inventou uma historinha só pra quebrar o clima e voltamos pra pista.
Chegando na pista a amiguinha da coroa, aquela de saia, veio falar com a gente. Ficou xavecando minha amiga,dançamos um pouquinho, mas ela só se esquivou, mais uma vez. Só um desabafo aqui: Putz! Tem mina que quando bebe muito fica pior do que sóbria. Fica bêbada, chata e cria um bloqueio contra o pecado. Pronto. Fim do desabafo.
Eu ainda teria um prêmio de consolação e voltei para os biombos privativos pela terceira vez. Mas dessa vez para levantar uma saia e ver só um fiozinho passando no meio de uma super bunda. Cara, que bunda.
Finalmente eu estava deixando de ser curioso pra virar curiosidade! E como eu estava semi-bêbado, consegui prolongar bem o ato. A mina adorou ver todo aquele pessoal curioso tentando espiar pelo vidro fosco e se revezando nos buraquinhos. Eu achei engraçado também. Quanto mais gente parava pra olhar, mais ela caprichava. Ufa, finalmente eu estava fazendo valer meu ingresso.
Por isso tive que voltar mais vezes nesse lugar. Quando voltei, minha companhia já era mais entendida. Nessa segunda vez, não rolou apenas a troca de casais, mas também o menage, tudo que eu esperava e ficava imaginando. Eu não quis contar essa segunda vez porque não teve muitas curiosidades, e seria um post muito pornográfico. ;)

Eu sei que o Nefertitti mudou de lugar. Saiu da Vila Olímpia e foi pra Augusta. Não sei como está lá hoje em dia. Se, continuar SEM garotas de programas e SEM gays, então eu recomendo. Mas, na Augusta, gays e prostitutas não faltam. Vai ser difícil segurar.
Existem muitas outras casas liberais aqui em Sampa. Eu mesmo só fui duas vezes no Nefertitti. Aqui vão alguns nomes se alguém quiser experimentar e contar pra gente como é: Marrakesh, Swing Casablanca, Vogue Club e algumas outras menores.
Lembrem de ler as instruções antes de ir. Esses lugares tem bastantes regras com roupas e acompanhantes e etc.

El Guerrero

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Atuações práticas – O melhor do fim de semana

Eaew galera da pegação, segue o primeiro de muitos posts em áudio com os casos mais interessantes e engraçados do fim de semana.

   

 

Boa Pegação

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Contos de um Pega-Todas – Quinta-feira premiada

O climax
O dia quente e a noite chegando mais quente ainda. Nada melhor que uma cerveja. Mas eu já sabia que uma cerveja não iria bastar. Eu teria que tomar algumas, pois eu estava inspirado pra levemente chutar o balde.
Eu e mais um camarada fomos pro buteco umas 21h, bebemos até umas 23h e acabamos entrando numa baladinha perto de casa. Essa baladinha é bem conhecida. A gente vai pra lá pelo menos uma vez por semana. Fica na região metropolitana de São Paulo (se alguém se interessar posso mandar mais detalhes por email).
O cenário
Entrando na balada, de cara encontrei uma conhecida. Eu já tinha saido com elas algumas vezes, mas ficaria com ela denovo. Simplesmente porque ela nunca me cobrou de ligar pra ela e nunca ficou sentida de eu não ligar. Bom, ficamos juntos denovo. Tentei convence-la de irmos pra algum cantinho mais tranquilo, mais seguro, entre quatro paredes (aquele papinho pra não falar a palavra Motel). Lógico que ela percebeu o que eu queria antes mesmo de eu começar a falar. Mas ela falou que naquele dia não seria possível. Ela teria que acordar muito cedo no dia seguinte e ela já sabia que, se estivéssemos juntos, a gente não iria dormir nem um minuto. Ou seja, ela foi embora e eu fiquei.
O camarada já tinha pego duas e estava de namorinho com uma ficante mais gatinha. Ou seja, eu estava perdendo feio na contagem dos pontos.
De repente avisto no meio da pista uma moça, ou melhor, uma mulher (ela pouco mais de trinta) dançando bem avulsa. Sozinha, semi-bêbada, alegre, ou seja, prato cheio.
A aproximação
Foi a mais óbvia que poderia ser naquele instante: dançar junto com ela. Chegada que foi muito bem descrita por O Pegador em Como chegar em uma mulher na balada.
Eu não acho que essa chegada seja muito honrosa, mas funciona e pronto! E quem aplica e faz funcionar, merece algum mérito.
Tá certo que a mulher, nesse caso, merecia muito mais méritos do que eu. Eu fui muito mais pego do que peguei. A cada segundo ela ficava mais a vontade e dançava que nem doida. Se esfregava, rebolava, provocava até eu reagir. Quando eu reagia, aí ela se esquivava. Nessa hora eu percebi que a coisa era séria. A mina sabia muito mais coisas que eu. Ela era muito mais esperta. Perva. E, pra minha sorte, ela ficou ainda mais inspirada depois do beijo.

O convite
Chamei ela pra irmos embora juntos. Mas ela estava com uma amiga. Que estava com outro cara. Foi quando eu falei que estava com um amigo que estava com outra menina. Não sei como, ela tratou de juntar os dois e fomos embora os quatro. O camarada no banco de trás já se atracava com a amiga. E eu dirigindo no banco da frente com a moça me fazendo carinho.
Os finalmentes (+18)
A amiga conseguiu convencer que não queria nada mais que uns beijinhos naquele dia. Então deixei o camarada na casa dele. Larguei a amiga dela na casa dela. E fui com a moça para um motelzinho perto dali. Limpinho, barato, cheiroso. Tava ótimo pra um fim de noite.

Bom, a partir daqui não vou contar muito detalhes. Mas tiveram alguns que precisam ser mencionados. A princípio percebi que a mina era obcecada pelo meu membro. E sabia muito bem o modo de usar. Depois achei que era rebolar em cima dele. Mas eu tinha errado tudo até então. Na verdade o que ela gostava mesmo era que eu pegasse ela por trás. Sim, anal. E ela me contou depois que gozou duas vezes só durante a pegada por trás. Eu confesso que gosto mais do jeito tradicional. Mas, nem me importei de atender o ansioso pedido dela.
O reencontro
Putz, eu anotei o telefone dela num guardanapo que eu nem sei onde tá. Mas quem sabe nas próximas quinta…
Abraços a todos!
El Guerrero

QPT Indica : Leitura complementar

Eeaw galera da pegação, em muitos posts, foram explicitados que nossa bagagem e conhecimento na arte pegatória decorria, até então, de experiências, exclusivamente, práticas de atuação em campo aglutinada com uma elevada sensibilidade em lidar com o sexo oposto, ou seja, até pouco tempo atrás, nunca lemos um livro, um artigo, post ou coisa do tipo relacionada à pegação em geral.

Contudo, de pouco tempo pra cá, em função do blog, resolvemos conhecer este tipo de literatura. Como para um bom crítico e conhecedor do assunto em todo nicho literário existe muita porcaria. Noventa por cento dos livros que abri, não passei da quinta página. Não por já ter um conhecimento vasto e sólido do assunto, mas pelos livros apresentarem um conteúdo medíocre, de aplicação, quase que exclusivamente, teórica e uma falta de apego a realidade.

Todavia, existe muita coisa boa. Um livro muito bom é o “Real World Seduction” do autor “Swinggcat”. Segue, abaixo, link para download:

http://www.4shared.com/account/document/pdMLZFj8/Real_World_Seduction__swinggca.html (O QUERO PEGAR TODAS é totalmente contra a pirataria e não a apóia de maneira alguma. Não disponibilizamos o arquivo para download, apenas ajudamos a encontrarem o que já está na internet).

É um livro curto, de, aproximadamente, 50 páginas. Suas dicas são preciosas tanto para um iniciante, quanto para um Pega-todas experiente. Veja, abaixo, uma atuação, no MSN, com uma gata que tinha acabado de contactar via Orkut(No mesmo dia) baseada nas táticas apregoadas no livro:

The Hunter diz:

*já q ta de relax, te pego amanha pra gente ver filme

Vítima……….. diz:

*kk

*nem te conheco

*e eu sei se tu e algum tarado loucoooooo

*kkkkkkkk

*to brincando …

The Hunter diz:

*é oq vamos fazer: nos conhecer, mesmo vc tendo esta cara de psicopata, eu estou  disposto a correr o risco, afinal o que é  a vida senão uma sequência de ocasiões arriscadas

*:)

Vítima……….. diz:

*e queeeeeeeeeeeeeeee

*PSICOPATAA

*kkkkkkkkkkkk

*eu

The Hunter diz:

*espero q só seja a cara…. n quero morrer e ainda ficar sem um rim para doar

*huahauhua

Vítima……….. diz:

*meu deus

*e moda e da p cachorros comer

The Hunter diz:

*vc n tem cara de quem gosta de cachorros]

*huahuahuahu

Vítima……….. diz:

*rapaxx tenho

*meu ai

*pai

The Hunter diz:

*é…. realmente, acho que não deviamos nos encontrar…. imagine dois psicopatas virando amigos…..ia ser muita maldade junta, ia dar trabalho a muita gente

*huahauhau

Vítima……….. diz:

*e mesmo

*hahaahhaah

*sim mas então desistimos

The Hunter diz:

*Bom… ja que vc faz tanta questao de unirmos nossa força do mal……. te pego amanha por volta das 20hrs

Vítima……….. diz:

*hum

*sim

Nem preciso dizer qual fim levou essa daí.

Boa leitura

Exemplo rápido de atuação confiante

Fala galera da pegação!

Para o dia não passar em branco, vou dar um exemplo rápido de atuação confiante que ocorreu no fim de semana passado.

Eu estava na night que não tinha muitas gatas, tava meio mal. Só tinha avistado duas pegáveis, e estavam acompanhadas (uma por um cara da banda, que é meu amigo). Quando estava indo pagar para ir embora, passa uma gata que eu não tinha visto ainda. Ela passa entre o The Hunter e eu, me olhando e sorrindo.

Apenas falei, sem tocá-la (tocar na aproximação não é algo recomendado): “Você acha que pode passar aqui na minha frente sem falar comigo?”. Nesse ponto já mostrei que o prêmio sou eu e que dominarei a interação.

Ela ficou sem jeito e falou “ooi”. Respondi, perguntei nome e ela o meu. Perguntei a idade, ela falou “18″ e ficou calada. Aí soltei um “Você está esperando alguma coisa para perguntar a minha idade?”. Na hora, ela falou meio sem jeito “Qual a tua idade?”.

Notem que quando um pega-ninguém ficaria sem jeito ou sem saber o que fazer quando ela respondeu e ficou calada, um pega-todas inverte o jogo, deixando-a na defensiva, não o contrário.

Aí ela estava meio que olhando pra amiga o tempo todo. Perguntei se ela estava com pressa. Respondeu que precisava levar a amiga para o outro lado da night. Essa amiga ouviu e falou que não estava com pressa coisa nenhuma, que era ela quem mandava e podia ficar ali. Amiga gente boa, hein? Geralmente as amigas são umas empata-fodas, que querem arrastar as vítimas indefesas para longe de nós, os predadores.

Aí olhei pra vítima e segue o diálogo:

O Pegador: Você é tímida?

Vitima: Não.

OP: Mas parece.

V: Não, não.

OP: Então prove.

V: Como?

OP: Surpreenda-me.

V: Quem deveria me surpreender é você.

Aí não falei mais nada e peguei.

Entendem porque não ensinamos muito sobre aproximações com bateção de papo na night? Porque o que importa no que você fala é a qualidade, e não quantidade. Quanto mais você fala, maior a probabilidade de dizer alguma merda e afastar a vítima.

Boa pegação.

Abraços,

O Pegador

Contos de um Pega-Todas – Atuando na Padaria

Eeaw galera da pegação, numa reunião de cúpula, decidimos dar uma atenção maior aos “contos de um Pega-todas”.

A intenção é que vocês vejam, na prática, a aplicação do grande conteúdo até agora exposto no blog. Pois, quando se chega ao caso concreto, a riqueza de detalhes torna-se mais grandiosa. Fazendo com que se tenha uma visão ampliada das situações fáticas, que muitas vezes não são alcançadas por nossa imaginação.

No entanto, os fatos e ações relatadas, aqui, não serão reproduzidos fielmente nem devem ser copiados de forma literal. Visto que é impossível a ocorrência de ocasiões idênticas e cada Pega-Todas tem seu jeito próprio de atuação.

Em síntese, o que deve permanecer, nestes posts, são as IDÉIAS, pois a forma de aplicação e as situações irão se diferir caso a caso e entre cada Pega-Todas.

Este categoria de post pode não ser muito interessante aos Pega-Todas com maior bagagem, aos mais experientes, pois as histórias nada mais são do que fatos normais de um cotidiano de um pegador.

Nós mesmos escrevemos pouco nesta categoria em virtude de achar tudo tão normal, simples, fácil e por conseqüência desinteressante. No entanto, enxergamos que será de grande valia, para os iniciantes e menos experientes, dar uma ênfase nestes relatos do dia a dia.

Diante de tudo isso, vou relatar um fato ocorrido sábado passado numa padaria aqui do bairro:

Cheguei a padaria por volta das 15:00 hrs para fazer um lanche. Fim de semana, agente alivia na alimentação que ninguém é de ferro.

Ao descer o carro dou de cara com a gata entrando na padaria, e há uma troca de olhares. Só que, ao entrar, logo depois dela, estava saindo uma doida que eu já tinha pego e parou para falar comigo. Conversamos uns dois a três minutos e adentrei à padaria me dirigindo ao balcão e utilizando minha visão periférica de caçador para tentar visualizar aonde encontrava-se a futura vítima.

Ao encontrar, vi que estava com sorte, ela estava sentada, sozinha, numa das mesas, comendo, ou seja, ela já estava onde eu estaria em alguns segundos.

Peguei meu lanche no balcão e me dirigi ao local onde ela estava, um pequeno espaço para lanches composto de três mesas separadas, mas quem senta nas cadeiras fica, praticamente, colado na pessoa da outra mesa.

Como ela estava de costas, sem poder me visualizar chegando, decidi que aparecer, do nada, para sentar à mesa dela poderia assustá-la e comprometer o êxito na minha investida.

Por isso, optei por sentar na mesa da frente, numa posição que ficasse de frente para ela, ou seja, mesmo sem querer ela teria que, uma hora ou outra, olhar para mim. Que era o que eu precisava para engatar uma conversa.

Ao sentar na mesa da frente de pronto ela já olhou, sorri, ela retribuiu,mas não falei nada. Se ao sentar começasse a falar com ela e não a comer, ela pensaria que estava ali, fundamentalmente, para azara-la e não para comer.

Portanto, comecei a comer, sem tomar conhecimento da existência dela, a partir da metade do meu lanche esperei entrar, novamente, no campo de visão da gata para engatar uma conversa.

Vi que ela estava comendo casquinho de caranguejo, uma comida que, particularmente, adoro. No que entrei no campo de visão da presa soltei um:

“O casquinho dessa padaria sempre me pareceu delicioso. Porém, nunca experimentei. Sempre que venho aqui, prefiro comer o coxão de catupiry, que é o meu favorito. Esse casquinho é realmente gostoso, ou ele vive me enganando?”

Veja que nesta frase utilizei elementos sinestésicos e um pouco de bom humor. Duas coisas que as mulheres apreciam.

Conversamos, um pouco, essencialmente, sobre comida.

É importante atentar que numa abordagem rápida ao destrinchar um assunto, não mais que isso, sem utilizarmos perguntas diretas, pessoais e os velhos clichês, como idade, o que faz, onde mora, etc………ganhamos em dois pontos.

O primeiro consiste em deixá-la relaxada, mais à vontade ao falar com um estranho. Imagine um estranho te abordando e te enchendo de perguntas pessoais. Até a menos receosa, fica desconfiada e arredia.

O segundo é reflexo e conseqüência das suas palavras. Em suma, como você não está incorrendo em perguntas pessoais, ela se sente menos à vontade em fazê-las, ou seja, quanto menos ela sabe sobre você, mais estará interessada em saber. Deixando aquele “mistério no ar” que as mulheres adoram.

Após terminar o lanche, imediatamente, disse que teria que ir e complementei:

“Me dá seu telefone que te ligo amanhã para fazermos algo.”

Ela num ar meio assustado, porque, até o momento, eu tinha levado a conversa de uma maneira despretensiosa , respondeu meio que gaguejando:

“É que, é que…. acabamos de nos conhecer.”

Esse é o argumento mais fácil para se refutar. Existem inúmeras formas para isso. Porém, a maioria previsível. O ideal, é ser imprevisível, interessante, surpreendente para desmontar a vítima. Por isso, respondi dessa forma:

“Eu não perguntei se você poderia me dar. Eu disse para você me dar.”

Ela arregalou os olhos, ficou uns segundos estática, calada e respondeu:

“Ta bom, anota ai……”

É importante atentar que mesmo sendo agressivo, ousado, falei de uma forma que parecesse engraçada. Num tom não tão sério.

Na verdade, este jeito de falar é uma das características da maioria dos Pega-todas experientes. É uma forma de se expressar, cotidianamente, na qual o ouvinte nunca sabe se você está brincando ou falando sério. Esse jeito, também, atrai muitas mulheres. Pois, deixa um clima de mistério pairando sobre você.

Lembre-se que, muito além, da quantidade de mulheres abatidas, o que faz um Pega-Todas é sua forma de agir e interagir com as mulheres e o mundo.

Bom Sábado

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Contos de um Pega Todas: Colocando uma convencida no seu lugar

Vou citar um exemplo que ocorreu nesse fim de semana. Resolvi ir pra night para fazer algo que não fazia há anos: uma abordagem com mais conversa para poder relatar a vocês.

Estava na balada quando avistei uma menina perfeita, gatíssima, totalmente meu estilo de mulher. Pra mim, a mais gata não só da night, mas que que eu vi ultimamente.  Ela começa a me sacar constantemente. Como ela parecia ser metidinha, agi como se não estivesse nem aí. Olhava nos olhos dela, paquerava, mas resolvi não ir falar (isso é algo meio avançado, ao menos intermediário. Aos iniciantes, recomendo ir logo).

De repente, um peganinguém aparece na minha frente e tampa o meu ângulo de visão. Mesmo assim, ela continuou desviando dele para me olhar. Chamei o The Hunter e fomos ao lado dela. Durante este trajeto, o peganínguem se chegou nela. Como eu já sabia que ela não iria ficar com ele, esperei ele terminar a abordagem inicial e se afastar do ouvido dela para ela responder algo. Quando isso ocorreu, fui e falei pra ela “Quando acabar de dar o fora nele, me avisa que eu converso com você.” Quem faria uma abordagem dessa, se não estivesse um grau extremamente elevado de confiança? (Entenderam o motivo dos posts ensinando exercícios para aumentar o nível de confiança e autoestima?). Ela riu, e deu logo o fora nele.  No entanto, não me avisou nada. Ficou lá do meu lado, me olhando. Claro que nesse momento já poderia pegá-la, mas eu pedi para me avisar e ela não o fez. Então merece um castigo, não é? Também não falei com ela.

Quando vi, a amiga a estava puxando para outro lado, ela me olhou levantando os ombros, com aquela cara de “Fazer o que?”. Deixei quieto, pois sabia que ela voltaria.

Cinco minutos depois fui ao bar pegar uma água (estava dirigindo) e ela estava ao lado. Fingi que não vi e voltei para a pista de dança. Não deu nem 10 minutos e ela estava lá, novamente na minha frente, assim como previra.  Como consegui prever? Experiência, grande parte dela passada aqui no QPT.

Aí sim, falei com ela. Cheguei falando “Eu te pedi pra me avisar quando terminasse”. Ela ficou sem jeito e falou “Mas eu estava do teu lado”.

Agora começa a parte do papo. Nome, idade, bairro que mora, o que faz da vida. Ela comentou que me viu na noite anterior em outra night, contou que saiu cedo por causa disso e daquilo, que adorava minha profissão e bla bla bla. Nessa hora, se você quiser manter uma conversa (não sei porque alguém iria querer isso, mas…), preste atenção no que ela fala ou ao menos finja utilizando a técnica: http://queropegartodas.com/2009/11/20/como-ouvir-uma-mulher/ e faça uns comentários.

Então, como ela se achava muito, fui mostrar que ela não era nada mais que uma mulher, e as mulheres nasceram para ser pegas. Então, comecei a agir de modo que EU estava sendo cascateado ali, não ela.

Vou citar alguns exemplos:

1-      Estávamos muito próximos da caixa de som, e não dava pra ouvir nada. Convidei-a para ir para um lugar mais silencioso (claro que não falei isso, apenas apontei o lugar e disse: “Vamos pra lá, que tem menos barulho”. Ela falou algo que não entendi, mas não foi. Então, apenas respondi: “Então fique gritando aí porque não estou ouvindo nada”. Ela sorriu sem jeito, mas começou a falar mais alto.

2-      Uma hora ela falou algo que não lembro e comentei que se ela não tivesse vindo novamente até a minha frente, eu não teria falado. Sei que ela falou rindo “Você se acha muito”. Respondi com “Não sou só eu que tenho essa opinião sobre mim” e olhei pra ela. Ela perguntou “Ah, é?”. Eu apenas disse “Quantos caras foram dar em cima de você? Só eu vi uns 5. E com quantos você está conversando ?”. Sorri com um ar convencido, ela também sorriu e ficou quieta.

3-      Fui usar o Elogio Reverso (http://queropegartodas.com/2009/11/24/elogio-reverso/) e falei que ela era muito metidinha. Ela riu e falou que era mesmo, e eu também. Que, pelo jeito, ficaríamos nessa briga de egos o tempo todo. Faltou pouco para eu ser extremamente grosseiro, virar as costas e ir embora, mas preferi responder que isso é infantilidade, que se eu estava ali, apesar de todas as que vieram dar em cima de mim, era porque eu tinha interesse, e que se ela também, o interesse era recíproco. Ela comentou “Todas que foram dar em cima de você?”. Respondi que sim, que sempre várias vem falar, e perguntei se ela teria algum problema com isso. Ela respondeu que não tinha nenhum.

Depois, eu comecei a fazer uma técnica que sempre uso. Eu sempre pego as gatas de surpresa, no meio da conversa vou lá e agarro. Para fazer isso, eu vou falar algo no ouvido dela, mas faço um caminho diagonal, passando pela frente da boca. Dependendo do comportamento da gata, eu agarro logo ou me dirijo ao ouvido para falar. Nas duas vezes que fiz isso, ela meio que saiu. Bem sutilmente, mas fez e eu percebi. Nessa hora o meu sangue subiu (pois não tenho saco com “queijo” e muito menos com perder tempo na night quando poderia estar pegando todas) e normalmente eu poderia tomar algumas atitudes, dependendo do meu humor:

1-      Sorrir e falar “Por que você fica se fazendo de difícil?”, e depois pegá-la logo em seguida;

2-      Segurá-la pelo cabelo (na nuca, já ensinei essa técnica aqui) e agarrá-la na hora;

3-      Dizer “Foi um prazer conhecê-la”, virar as costas e ir embora. Mas resolvi ficar por conta dos leitores do QPT. Nessa hora, fui demonstrar minha irritação com a situação. Respirei profundamente, olhei para o lado e fiquei assim por uns dois minutos, com cara de emputecido. Ela estava parada na minha frente, me olhando sem saber o que fazer. Passado esse tempo olhei pra ela (que sorriu) e falei “Tá na hora de parar de fingir que você é difícil, minha paciência já acabou”. Ela ficou quieta uns segundos e puxou outro assunto. Não deixei nem ela terminar a frase e FINALMENTE peguei.

Assim que dei o primeiro beijo, falei “A gente se fala depois” e fui saindo. Mas ela fez uma cara que eu nunca vi igual. Nunca vi alguém tão surpresa e admirada com a situação, foi um sorriso com a boca bem aberta daqueles de “eu não acredito nisso”. Ela ficou tão transtornada que tive pena, e já que era a mais gata da night e eu pretendia finalizá-la depois, falei que estava brincando. Ela riu com um olhar aliviado, mas falou “Mas fique a vontade”, querendo se achar. Perguntei: “Você quer que eu vá?”. Ela, obviamente, disse que não.

Obs: Gostaria de deixar claro que essa pegada foi experimental, apenas para provar que as técnicas do QPT funcionam e também como pesquisa de campo. Num dia normal, eu teria ido embora pegar todas instantaneamente (é o que eu recomendo fazer). Além de que mostrei que tem como reverter a situação quando uma menina acha que é a pop star, e você acaba mostrando que ela pode até ser, mas ainda é inferior a você.

Um abraço,

O Pegador

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Auto-estima e confiança

Salve, salve comedores!!!
Não sei se já tem algo sobre isso escrito no site, mas… na hora da pegação, auto-estima, e consequentemente, confiança é tudo! É tudo… tudo, tipo 100%. Obviamente que dentro do nível da sanidade mental. Não adianta o ET de Varginha ter toda a confiança do mundo e estar com a auto-estima elevadíssima que ele não vai pegar a Cacau do BBB10. A não ser que coincida esse momento único com um momento de baixa auto estima e baixa confiança dela… mas esse é o tipo de coincidência que só acontece em filmes… e como a gente sabe, infelizmente, nossa vida não é um filme. Pelo menos não é um filme hollywoodiano em que tudo dá certo.

Me lembro de 2 momentos em que minha auto-estima estava elevada e eu estava confiante, pra caralho, no meu taco:

1) Meus amigos faziam uma festa semanal, toda quinta-feira. A festa era em um restaurante chique, que, nestes dias, mudava o espaço para receber uma pista de dança.
2 meses antes, minha ex-namorada tinha terminado o namoro comigo e eu tinha ficado bem mal, mas canalizei essa tristeza para outras coisas: entrei na academia, comecei a fazer acupuntura (inclusive peguei a minha acupunturista), dei uma emagrecida… enfim, meu corpo estava 100%. Precisava dar um jeito na minha cabeça! Foi qdo comecei a assistir Sex and the City (vide post anterior). Enfim… com a mente sã e o corpo são, o fato é que meus amigos me chamavam de o maníaco da balada… pq quase toda quinta-feira eu pegava uma garota diferente.


2) Ano passado abriu uma balada nova na cidade e o cara que mora comigo tocava 1 vez por mês na balada (ele é dj). A balada durou pouco… cerca de uns 8 meses, mas eu posso falar que meu aproveitamento foi de 100%!!! Ou seja, todas as vezes que fui na balada, peguei uma garota! Teve noite que peguei 2! Vocês já pararam para pensar no nível de aproveitamento que vocês têm em algum lugar específico? O que quero mostrar é: a 1a. vez que fui e peguei, ok, acontece… afinal a gente vive pra isso. Na 2a., maravilha… estou com sorte! Mas… qdo você vê as coincidências acontecendo várias vezes (toda vez q vou nessa balada, beijo uma mulher), sempre que tem um indício da coincidência ocorrer nvamente(ir na mesma balada), você já começa a prever o restante da coincidência (pegar mulher) e com isso, sua confiança e auto-estima inflam de tal forma, que mesmo que a mina não queira, ela, de alguma forma, por força do cosmos, cede e vc consegue beijá-la.

Se você tem experiências positivas com comidas e bebidas pegando mulheres, me envie um e-mail (veio@queropegartodas.com) e conte sua história! Vamos tornar público seu sucesso!

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Dica de seriado para auxiliar o lado psicológico do Pega-todas

Salve, salve comedores!!!
Muitos podem rir ou questionar, mas pra mim, Sex and the City foi muito importante!
No momento que comecei a assistir o seriado, uma ex-namorada tinha terminado o namoro comigo. Consequentemente, eu estava arrasado, triste, com a auto-estima baixa, sem confiança, e essas coisas que ferram com a vida de qualquer homem.

No seriado, podemos ver as 4 protagonistas, que são, no geral, bonitas e inteligentes, pegando caras que… não necessariamente são tão bonitos ou tão inteligentes quanto elas. Pra quem está com a auto-estima baixa, ver uma mina linda com um cara feio, meio que mostra uma luz no fim do tunel, pq você começa a pensar: se ele pode, eu também posso. Psicologicamente tem muita força! Outro ponto no seriado é que você começa a entender um pouco mais como que as mulheres pensam… e percebem que elas – e eu, naquele momento, não tinha isso muito claro – querem beijar/transar tanto quanto nós queremos, e começa a entender que os primeiros 45 ‘nãos’ que recebemos de uma mulher, normalmente não refletem o real desejo que elas têm de nos beijar.
Podemos ver também que, assim como nós, às vezes elas só querem dar uns beijos e boa… independente se aquilo vai virar um romance ou não. Percebemos que aquele sexo de uma noite apenas é comum também na cabeça delas e que, se nós usamos algumas mulheres, algumas delas querem nos usar também. Afinal esses esquemas de necessidade é inerente ao ser humano. Independe se você tem um pinto ou não.


De posse de todo esse conhecimento, nós homens recebemos uma carga extra de energia para o ‘game’, ou a ‘batalha’, como alguns preferem chamar…. e essa carga extra é, muitas vezes, o ‘nitro’ necessário para ultrapassar aquele otário, na reta final e chegar na vitória da conquista da mulher!!! (Putz… q metáfora tosca!)

Esse post é necessário para que vocês entendam o próximo…

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