Grandes pegadores, aqueles que são adeptos do treinamento com pesos, mais popularmente chamado de musculação e freqüentam alguma academia, devem ter percebido que os famosos “atletas de verão” estão antecipando ,um pouco, sua chegada aos centros esportivos.
O que antes acontecia por meados de outubro, novembro, agora, inicia-se por volta de agosto.
Apesar de, ainda não ser ideal, o tempo maior de treinamento: de 3 para 6 meses, quando bem orientado, possibilita que o praticante desta atividade física passe do período de adaptação ao levantamento de pesos para um início real de treinamento.
Quais as vantagens disso?
Inúmeras. Dentre elas, podemos destacar a possibilidade do aluno vivenciar, mesmo de forma inicial, um “treinamento de verdade”.
Pois, os dois a três primeiros meses iniciais, são, ou, pelo menos, deveriam ser, para uma adaptação do corpo ao exercício contra resistência. E, partir daí, poder avaliar, de uma melhor forma, se há uma afinidade com este esporte.
Não obstante, a partir do terceiro mês, o iniciante, pode, com segurança, começar a fazer uso de uma suplementação esportiva, ou seja, complementar sua alimentação com suplementos alimentares no intuito de acelerar o processo de ganho muscular e, muitas vezes, ter um efeito psicológico estimulante com essa ingestão de suplementos. O famoso efeito placebo.
Tudo isso contribui para chegar a janeiro/ fevereiro, época na qual muitos deixam de freqüentar a academia, em melhor forma. Porém, incentivam muito mais, àqueles que, neste tempo, conseguiram criar uma identificação com a musculação a continuar trilhando o caminho do crescimento constante.
Contudo, uma figura de extrema importância nesse processo inicial é o profissional de educação física. O papel dele é orientar o aluno não só na execução dos exercícios, mas sim no treinamento como um todo que incluem objetivos a serem alcançados, meios para se obtê-los, período de tempo e estágios a serem galgados.
Infelizmente, tanto, quase a totalidade das academias famintas pelo lucro, quanto seus instrutores despreparados não dispensam está atenção devida ao aluno. Tendo este que “correr” atrás de informações, de conhecimento para preencher esta lacuna deixada pelo ginásio.
É ai onde podem começar os grandes problemas. Pois, na maioria das vezes, os iniciantes preferem recorrer ao cara “gigante”, que está levantando 150kg no supino do seu lado. Por mais que este tenha anos de treinamento, consciência de tudo que faz e fala, não está habilitado como profissional de educação física para orientar o inciante.
Portanto, a dica do QPT é ir direto aos livros, a literatura que fala sobre este assunto. Existe muita coisa boa disponível na internet. É necessário conhecer aquilo que você se dispõe a fazer. Veja o que o professor Waldemar Guimarães fala quando se refere aos novos atletas de competição (a partir do 1:50 min do vídeo) que pode, perfeitamente, ser aplicado aos iniciantes no treinamento.
Bom Treino
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Caralho, depois que aquela loira entrou como plano de fundo no video, tive que voltar o mesmo duas vezes, não conseguia me concentrar heheheh’.
Bom o post, parabéns!
Uma coisa que pode funcionar é ter um ou uma personal por uns meses. Além de conhecimento, isso também dá ânimo e muito resultado. Se for um personal bom, o cara ou a mina vai levar a sério a genética, o ritmo de treino por semana e o objetivo. Mesmo treinando pouco é possível ter algum crescimento. Só precisar ajustar crescimento/expectativas.
Obs: (1:17) foi só a loira entrar que todo mundo aplaudiu. Hahuahuhaaha. Muito gostosa.