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Conto de um Pega-todas – Minha primeira noite liberal (+18)

Há uns bons meses, fui para uma comemoração de aniversário de uma "amiga" numa balada bem especial: Nefertitti. Lá não é exatamente uma casa...

Há uns bons meses atrás, fui para uma comemoração de aniversário de uma “amiga” numa balada bem especial: Nefertitti. Lá não é exatamente uma casa de swing, é uma balada e uma casa de swing.

Fomos em dois carros. Nos dois carros estavam dois casais. A diferença é que no meu carro estava o casal de lésbicas. Ou seja, eu, a peguete da época e mais duas namoradas.
Entramos no lugar e fechamos uns combos de vodka com energético e ganhamos lugares nos sofás especiais que ficam de frente para a pista. Onde rolou os show de strip que foram até, mais ou menos, meia-noite e meia. Foi praticamente um esquenta dentro da balada e com garotas lindas tirando completamente a roupa.
Já informo que tem show para as mulheres também e sempre vai um ogro tirar a roupa lá. Mas tudo bem, o lado bom é que a mulherada se empolga.
Depois dos shows, a pista ferve! Os balcões e os pequenos palcos de pole dance perto dos bares ficam tomados pelas garotas mais empolgadas que adoram levantar a saia e/ou abaixar a blusa. Decotes, barriguinhas e pernas de fora não faltavam. Muita mulher bonita e ousada!
Como se já não bastasse ser umas das pistas mais quentes que eu já tinha visto, o mais interessante era o misterioso corredor das áreas chamadas privativas. São quase 100% escuro. Sendo apenas possível ver as outras pessoas numa distância de apenas 2 ou no máximo 3 metros. Ainda assim era possível ver muita coisa acontecendo. Lembrando que é proibido usar qualquer tipo de eletrônico dentro da casa. Celular, câmeras digitais, nem pensar!
Fiquei meio frustrado quando percebi que mais da metade não estava ali pra transar. Eram apenas curiosos. Então, a coisa não estava fluindo bem pra ninguém. Antes de entrar lá, eu achava que lá dentro fosse algo mais respeitoso e com muito mais sexo. Mas, tinha muitos que estavam brincando, dando risada, gemendo de brincadeira. Aí cortava o barato de quem não estava lá pra brincadeiras. Mesmo tendo a regra de que na área privativa só entra acompanhado.
Depois de matar a curiosidade, voltamos pra pista, dançamos e bebemos mais e mais. A essa altura eu já estava pegando forte minha ficante. Ela, empolgada, começa a brincadeirinha de beijar nossas amiguinhas lésbicas. Claro que eu não poderia ficar de fora da brincadeira. Mas eu já sabia que, com as amigas lésbicas, não passaria dos beijos. Quando o assunto é transar com outros homens, elas levam o namoro a sério. É sério.
Um dos amigos tinha dado perda total e estava dormindo no sofá. O outro tinha desistido da “acompanhante amiga” e foi pra cima de uma coroa enxuta e safada, certo ele. Mas quando ela chega perto, a coroa safada se engraça comigo também. E traz com ela uma amiguinha dela de 28 anos. Bem bacana. A gente já tinha trocado uns olhares. Eu já tinha visto ela dançando no balcão e já sabia que embaixo daquela saia tinha uma calcinha pequeninha enfiada numa bunda perfeita.
A minha peguete estava se divertindo com as outras amigas e também com os vários caras que chegavam nelas. Lembrem-se que apesar de só entrar no lugar quem estiver acompanhado, é o típico lugar que pode e deve-se olhar pra mulher dos outros. Afinal, a idéia central continua sendo fazer a famosa troca de casais.
Como infelizmente só chegavam solteiros pra tentar pegar minha ficante, tive que convidar somente ela para voltarmos na área privativa. Apenas eu e ela.
Chegando lá, depois de uns beijos mais fortes, fiquei apenas no quase. Ela travou. Não estava a vontade. Inventou uma historinha só pra quebrar o clima e voltamos pra pista.
Chegando na pista a amiguinha da coroa, aquela de saia, veio falar com a gente. Ficou xavecando minha amiga,dançamos um pouquinho, mas ela só se esquivou, mais uma vez. Só um desabafo aqui: Putz! Tem mina que quando bebe muito fica pior do que sóbria. Fica bêbada, chata e cria um bloqueio contra o pecado. Pronto. Fim do desabafo.
Eu ainda teria um prêmio de consolação e voltei para os biombos privativos pela terceira vez. Mas dessa vez para levantar uma saia e ver só um fiozinho passando no meio de uma super bunda. Cara, que bunda.
Finalmente eu estava deixando de ser curioso pra virar curiosidade! E como eu estava semi-bêbado, consegui prolongar bem o ato. A mina adorou ver todo aquele pessoal curioso tentando espiar pelo vidro fosco e se revezando nos buraquinhos. Eu achei engraçado também. Quanto mais gente parava pra olhar, mais ela caprichava. Ufa, finalmente eu estava fazendo valer meu ingresso.
Por isso tive que voltar mais vezes nesse lugar. Quando voltei, minha companhia já era mais entendida. Nessa segunda vez, não rolou apenas a troca de casais, mas também o menage, tudo que eu esperava e ficava imaginando. Eu não quis contar essa segunda vez porque não teve muitas curiosidades, e seria um post muito pornográfico. ;)

Eu sei que o Nefertitti mudou de lugar. Saiu da Vila Olímpia e foi pra Augusta. Não sei como está lá hoje em dia. Se, continuar SEM garotas de programas e SEM gays, então eu recomendo. Mas, na Augusta, gays e prostitutas não faltam. Vai ser difícil segurar.
Existem muitas outras casas liberais aqui em Sampa. Eu mesmo só fui duas vezes no Nefertitti. Aqui vão alguns nomes se alguém quiser experimentar e contar pra gente como é: Marrakesh, Swing Casablanca, Vogue Club e algumas outras menores.
Lembrem de ler as instruções antes de ir. Esses lugares tem bastantes regras com roupas e acompanhantes e etc.

El Guerrero

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