Contos de um Pega-Todas 9
Fala galera da pegação!
Hoje vou contar uma história engraçada que ocorreu comigo e com o The Hunter um tempo atrás. Ela também vai provar que depois de muita prática, mesmo inconscientes de tão embriagados, ainda agimos por instinto para pegar todas. E isso pode acontecer com vocês, caso continuem lendo o blog.
Eu e o The Hunter fomos pra night com intenção de fazer vídeos mostrando como se comportar na night, as mulheres e os tipos, como abordar, etc (além de pegar todas, é claro).
Bem, como de costume chegamos na frente da balada meia noite e pouco, e ficamos bebendo no carro. Como estávamos sem whisky em casa, paramos num posto e compramos umas cervejas.
Bem, lá na frente, ouvindo uma música eletrônica (dentro do carro fechado, não com som altíssimo para que todo mundo que passar escute. Isso é coisa de peganinguem) e bebendo, ainda veio o vendedor de espetinhos e bebida, comemos um pouco e compramos mais cerveja.
Encontrei um amigo meu, que é vocalista da banda que tocaria na noite, que foi até o carro para nos dar convite free e bater um papo. Entrando na night, pegamos logo de cara um champanhe e fomos para a frente do palco. Colocamos o balde de gelo com a garrafa em cima do palco mesmo, e ficamos lá na frente tomando todas.
Como de costume, o pessoal da banda dedicou alguma música pra mim, ou me mandou um abraço, algo do tipo. Não me lembro direito. Acabamos a garrafa, bebemos mais um pouco, pegamos uma ou duas cada, e do nada as gatas sumiram (ou não achávamos mais nenhuma devido ao efeito do álcool). Sei que resolvemos ir pra outra balada.
Chegando lá, logo de cara chega The Hunter com dois copos, contendo uma dose dupla de absinto em cada. Ele me dá um e sai tomando outro. Fomos para frente do palco, e nos separamos, como sempre. Na verdade, nunca sei como isso acontece. A gente sempre fica a uma distância de 1,5 a 2 metros de distância um do outro, e quando vemos, o outro sumiu. É sempre para ir ao bar, pegar alguma gata ou ir ao banheiro, então não estamos nem aí.
A partir de agora, só lembro de alguns flashes. Vou contar como lembro, por isso vai pular diversas partes, e algumas coisas sem sentido vão acontecer.
Depois, chega The Hunter com mais uma dose dupla de absinto e me dá. Aí, quando estava chegando no fim, um peganinguem vara pau bate no meu copo e derrubo o resto. Fico instantaneamente irritado, pois ele derrubou o líquido sagrado. Uma amiga dele se ofereceu para pagar uma dose do que eu estava bebendo.
Fomos ao bar, ela perguntou o que era, eu disse, ela não gostou muito de pagar uma dose dupla de absinto, mas acabou pagando. Como ela era feia, ainda soltei um “ uma mulher que serve pra alguma coisa” hehehe.
No próximo flash, estou com The Hunter, nos dirigindo à escada para subir para outro andar da night, quando vejo uma gata na minha frente me olhando e sorrindo. No flash seguinte estou agarrando-a.
E no outro flash, estou lá no andar superior da balada, num bangalô que tem lá. O andar superior tem diversos bangalôs, que são quadrados, mas com a parte da frente aberta. Aí ficam 3 sofás, formando um U e na parte aberta tem uns bancos em formato de cubo.
Bem, eu estou dentro de um bangalô desse, meio desorientado, sem saber como fui parar lá. Olho para o meu lado e tem uma gata do cara@@#$, a qual pareço estar pegando, e depois mais 2 mulheres. Olho para o outro lado e tem mais 3. Levanto a cabeça para olhar pra frente, e está The Hunter sentado num banco, também embriagadíssimo, mas conversando com uma das gatas que estavam sentadas. No meio do bangalô tem uma mesa, com um bolo de aniversário e algumas bebidas.
Outro flash: Olho para frente e The Hunter está comendo o bolo numa boa. Eu digo alto, sem saber para quem falar: “eu também quero bolo”.
Sei que uma gata se levanta, corta um pedaço e me dá. Eu e The Hunter detonamos mais uns 3 pedaços cada e no próximo flash estou acordando em casa, com The Hunter me ligando para perguntar o que aconteceu na noite anterior, que ele tinha vomitado muito bolo haehea.
Bem, na balada tinha um amigo meu, que estava sóbrio e me contou. Eu cheguei no andar de cima com uma mulher, e disse a ele (na frente dela): “ Eu to bêbado pra cara@#2. Dá pra pegar essa, né?” .
Depois ele não viu como cheguei na festa do bangalô, mas disse que quando viu, eu estava dando em cima de outra na frente daquela que levei para lá, e acabei pegando. Essa saiu emputecida, e depois comemos o bolo.
Até hoje ninguém tem ideia de quem era a festa, como fomos parar lá, quem fez o bolo ou o que aconteceu depois disso.
Resultado dos vídeos: Aparentemente esquecemos de ligar o flash dos celulares e até agora não entendo o que queríamos mostrar quando filmamos. Confiram o resultado.
Acredito que o primeiro video tenha sido no começo e o Segundo foi na hora que decidimos ir embora da primeira balada e ir pra próxima, já que só tem baranga no vídeo e não filmamos nada depois disso.
Boa pegação!
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Esse dia, apesar de não lembrar de muita coisa, é inesquecível!!!
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