Eaew Galera da pegação, vamos, hoje, finalizar a Trilogia de “Como se portar no MSN”. Na primeira parte, vimos os aspectos básicos de comportamento ao conectar-se e comunicar-se (ver post ). Na segunda parte, nos atemos a divisão dos grupos e como agir com cada um(ver post). Nesta parte final, daremos uma atenção especial a situações costumeiras com as quais você, frequentemente, se deparará quando estiver “atuando” nas “novatas” do seu mensageiro.
Para relembrar: “As novatas” são aquelas mulheres do seu MSN que você ainda não “pegou”, nem, consequentemente, “traçou”.
Criando situações – “Ter a sorte de ser a pessoa certa, no local certo, na hora certa”. Essa frase é muito pronunciada, no sentido negativo, quando não se alcança o objetivo almejado: “Não tive a sorte de estar no lugar certo, na hora certa”. Poucas são as vezes que aquele que obteve êxito se vale da primeira afirmação para justificá-lo. Portanto, se você não se pôr do jeito certo, na hora certa, no local certo, não conte com a sorte.
Essa premissa se aplica em todos os seus atos e não diferentemente nas suas atuações, sejam reais ou virtuais. Por isso, ao estar conectado ao seu mensageiro esteja certo de que se você não criar situações, nesse caso, conversas favoráveis, não alcançará êxito nas suas investidas. Exemplos:
- A “novata” aceitar ir a sua casa é, praticamente, certeza que você irá “traçá-la”(Posso contar nos dedos de uma mão as que saíram ilesas do meu lar). Portanto, para convidá-la, através do mensageiro, você deve de antemão verificar seus gostos.
Exemplos certeiros são animais e filmes. Não existe uma mulher, pelo menos que eu conheça, que não goste simultaneamente de filmes, principalmente os românticos, e animais.
E tanto um quanto outro é uma ótima desculpa para uma visita “desinteressada” à sua residência.
Só que, você não pode “do nada” chamá-la para assistir um filme na sua casa ou conhecer seu animalzinho de estimação. Você deve criar um ambiente, uma conversa favorável que gire em torno do assunto para ir preparando o terreno e finalizar com o convite.
Uma boa dica para ser usada durante a conversa, nesses casos, é perguntar qual o último filme que ela viu, qual seu animal de estimação. Se ela não possuir, pergunte qual ela gostaria de ter. A partir daí, você, mesmo sem ter visto o filme, sem saber nada sobre o animal, vai falar bastante dele. E como vai fazer isso? Simples.Você está conectado a Internet. E lá tem tudo o que você quer saber sobre todos os assuntos. Então, use-a inteligentemente.
Agindo com naturalidade
O mundo te devolve tudo e da mesma forma que ele recebe. Se para você não é natural ter seus pedidos e convites bem recepcionados pelas mulheres, você deve começar agir, com elas, como se fosse.
Se para você não é natural que uma “estranha” aceite ir a sua casa para “dar”, haja, com elas, como se isso fosse uma prática diária.
Se para você não é natural falar sobre sexo com as mulheres, haja como se esse fosse seu assunto preferido, desde o tempo das conversas com suas amiguinhas de maternal.
Em resumo, embarque em conversas “apimentadas” como se estivesse falando das notícias do dia.
Ao finalizar com o “convite traçador”, mesmo que você tenha preparado bem o terreno, criado bem as situações, muitas, por puro “doce”, vão achar um absurdo este tipo de convite. E vai ser sua naturalidade com relação a todos os aspectos do convite que vai fazer você virar o jogo para que ela aceite visitá-lo.
Plano “B”- Bom, está bem claro, mas é melhor pecar pelo excesso do que pela falta:
“O PLANO “A” É LEVÁ-LA PARA SUA CASA.”
O plano “B” é aplicado quando, mesmo você preparando o terreno, criando situações, agindo com naturalidade, você sente que o ambiente não está propício para finalizar com o convite à sua casa. E o que você faz, nessa hora? Simplesmente nada. Não a convida para nada. Outro dia, em outra oportunidade, em outra conversa, você a convida para um jantar, um sorvete, um bar, uma praia, que são lugares que chamo de “locais pré abate”. Onde você leva a garota para “ fazer hora” para “dar”.
Apesar de ser um técnica na qual há uma omissão e não uma ação, considero a aplicação do plano “B” como uma técnica extremamente avançada, em virtude de a não aplicação do plano “A” poder ser entendida como atitude peganinguem juntamente com a aplicação do mesmo de forma insensível.
Em resumo, é necessário uma grande sensibilidade para as técnicas mais avançadas. E essa sensibilidade é adquirida com a prática. No entanto, existem naqueles indivíduos pré-dispostos geneticamente que, quando bem treinados, transformam-se em verdadeiros mestres nessa técnica.
Percorrido todo o caminho trilhado, tenho certeza que você, aspirante ou pegatodas, tem uma base substancial e efetiva para alavancar em proporções geométricas suas finalizações oriundas do seu mensageiro. Portanto, só me resta dizer uma coisa:
BOAS FINALIZAÇÕES
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Boa Hunter, valeu pelo post. flws.
Excelente post!