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Contos de um Pega-Todas 3

Outra história contada no Contos de um Pega-Todas, em que The Hunter traça duas ao mesmo tempo....

Caros pegadores, até então os “contos de um pega-todas” só tinham histórias de terceiros, que as mandavam por e-mail. A partir de agora, tanto “O pegador”, quanto, eu, “ The Hunter”, vamos começar a contar nossas próprias aventuras.

E para começar com chave de ouro, nada melhor que um “Ménage”.

Primeiramente, vamos ao conceito de Ménage:

“Ménage à trois” ou simplesmente “ménage” é uma expressão de origem francesa que significa “mistura a três” e é utilizada para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas. Podem ser de seis tipos diferentes. Porém, se você se interessa por algum outro tipo que não cito, abaixo, está no blog errado:

  • FFM : Duas mulheres e um homem com bissexualidade feminina;(Aqui, elas se pegam.)
  • FMF : Duas mulheres e um homem sem bissexualidade;(Aqui, elas não se pegam. Mas você continua insistindo para que isso aconteça.)

Aproveitando a abordagem do assunto, vou contar um segredo, quem nem todos que se dizem pega todas sabem:

“A primeira coisa que um pega-todas mestre faz quando termina de traçar uma novata não é  vestir a roupa e levá-la para casa ou indicar o caminho da parada de ônibus ou táxi mais próxima. É verificar a possibilidade de traçá-la com alguma amiga. Isso pode ser feito de várias formas que explicarei num post futuro. O importante dessa informação é fazer você crer que um Ménage não vai “cair do céu”. Isso pode até acontecer, mas a maioria deles é uma coisa trabalhada que tem como melhor momento para ser iniciada: o pós abate de uma novata.”

Sem mais delongas, vamos ao que interessa:

Chamarei a já conhecida e anteriormente comida de “P” “de primeira” e não de Puta como muita gente estaria pensando. E a amiga dela de “N” “de novata”.

Conheci “P” na night. No dia que a conheci, foi uma das que eu peguei. Só que me livrar dela  nesse dia foi difícil, pois eu peguei-a e saí pra pegar a segunda, quando eu deixo a segunda quem lá está estrategicamente posicionada na minha frente? “P”. Aí volto a pegá-la e saio para pegar a terceira e quando deixo a terceira, quem está lá na minha frente? “P”. Ou seja, entre uma e outra ela se apresentava para ser pega.

Foi uma tática boa que ela usou, porque chegou uma hora que não tinha mais nada de interessante na night e tive que pega-la de vez e arrastá-la para o motel mais próximo. Já eram 9 horas da manhã, eu estava tão exausto e com sono que não tive nem cabeça para iniciar a tática de verificar a possibilidade de um futuro ménage. Apenas deixei-a em casa e fui embora.

Um tempo depois ela me reencontra na night  e se aproveita do meu estado de embriaguez  conseguindo meu telefone e MSN.

Após me adicionar no MSN, e conversamos algumas vezes, percebo que ela está sempre acompanhada de uma amiga muito gata. Vou “atiçando-a”, “comendo pelas beiradas” até que numa conversa contextualmente maliciosa proponho uma saída a três que, de pronto, “P” aceita e ao consultar “N” ela também aceita. Com a anuência prévia de ambas, não marco logo em seguida. Dou um tempo para não demonstrar estar ansioso.

“Eu já tinha percebido que o contrato tinha sido assinado, só restava à execução do serviço.”

Finalmente, duas semanas depois marcamos e nos encontramos. Preferi um local perto da minha residência, um bar, até porque não estava a fim de me deslocar até onde elas moram e se há a possibilidade de um “delivery” por que não utilizá-lo? De pronto marquei com elas no posto de gasolina mais próximo do bar. Por que isso? Para irmos no mesmo carro. Para que elas deixassem o carro delas lá, são e salvo e adentrassem na extensão da minha casa, meu carro, local onde tudo se inicia. Elas deixaram o carro no posto, entraram e fomos ao bar que ficava a uns três quarteirões dali. Estacionei num local estratégico, entramos no bar, começamos a beber e conversar normalmente como se nada fosse acontecer.

Três caipiroscas e menos de uma hora depois sugiro ir, pois estaria ficando tarde e acordaria no outro dia muito cedo para trabalhar. Pedimos a conta e fomos em direção ao carro. “P” sentou no banco do passageiro e “N” no banco de trás. De pronto, sem cerimônias, já fui pegando “P”. Após beijá-la, virei para trás e puxei “N” dizendo: “Não vou deixar você ai só olhando” e comecei a pegá-la. Fiz o clima pegar fogo dentro do carro e fomos direto para o motel mais próximo onde finalizei o serviço.

OBS: Apesar de muita insistência, as duas não se pegaram!!!!

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